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Marlone se emociona e elege gol de voleio como o mais bonito da carreira

Eleito o melhor jogador em campo na goleada do Corinthians sobre o Cobresal, por 6 a 0, o meia-atacante Marlone deixou o gramado de Itaquera emocionado já ao final do primeiro tempo da partida disputada na noite desta quarta-feira. Ele havia marcado dois gols – um deles de voleio – após se recuperar de uma […]

21 abr 2016 - 01h23
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Eleito o melhor jogador em campo na goleada do Corinthians sobre o Cobresal, por 6 a 0, o meia-atacante Marlone deixou o gramado de Itaquera emocionado já ao final do primeiro tempo da partida disputada na noite desta quarta-feira. Ele havia marcado dois gols – um deles de voleio – após se recuperar de uma entorse no tornozelo esquerdo.

“Fico até emocionado. Só tenho a agradecer a Deus e a todo o departamento médico do Corinthians, que me deu muita força nesses dias difíceis. Eu treinava no sábado e poderia parecer que aquilo não valia nada, mas estava sendo visto. Foi uma noite que o nosso conjunto do Corinthians me fez vivenciar”, discursou.

Marlone ficou ainda mais contente porque ouviu elogios públicos do técnico Tite na sala de imprensa em Itaquera. Antes da partida, o técnico havia exibido um gol do meia sobre o Palmeiras, marcado em vitória por 2 a 0 do Sport no ano passado, no Pacaembu, para que ele se inspirasse contra o Cobresal.

“Mas o gol de hoje superou o que fiz em cima do Palmeiras. Pela lesão, por tudo. Com certeza, foi o gol mais bonito da minha carreira”, elegeu Marlone, antes de explicar como executou a jogada. “O Edílson mandou um arco muito forte para a área. Quando a bola caiu, só deu tempo de dominar, levantar um pouco e girar. Fui feliz por ter feito o gol e ajudado a equipe.”

Tite também estava feliz. Dizendo que o gol de Marlone (que antes havia colocado a bola para dentro com a cabeça) era fruto de treinamento, o técnico não titubeou quando questionado se aquele lance tinha sido o mais belo da partida. A dúvida existia porque Romero também fora protagonista com dois gols, o primeiro deles com dois dribles em cima do seu marcador. “Pela plasticidade, o do Marlone”, escolheu o treinador.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
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