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Com Doku e De Bruyne, Bélgica é favorita de grupo com Egito, Irã e Nova Zelândia

Equipe de Salah sonha com classificação inédita ao mata-mata

3 jun 2026 - 12h34
(atualizado às 12h58)
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Em um grupo que conta com Egito, Irã e Nova Zelândia, a Bélgica aparece como favorita para terminar na liderança da chave C da Copa do Mundo de 2026, mesmo sem contar com uma geração tão badalada quanto a das campanhas de 2014, 2018 e 2022.

Equipe de Salah sonha com classificação inédita ao mata-mata
Equipe de Salah sonha com classificação inédita ao mata-mata
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

Sob o comando do técnico francês Rudi Garcia, os Diabos Vermelhos chegarão à América do Norte com remanescentes experientes de Mundiais anteriores, como Thibaut Courtois, Kevin De Bruyne e Romelu Lukaku. No entanto, quem mais chama atenção no elenco é Jérémy Doku, do Manchester City, conhecido pela velocidade e capacidade de desequilibrar partidas no um contra um.

A Bélgica ainda contará com outros nomes de destaque no futebol europeu, como Leandro Trossard, do Arsenal, Charles De Ketelaere, da Atalanta, e Amadou Onana, do Aston Villa.

Com um estilo ofensivo e técnico, os belgas, terceiros colocados na edição de 2022, tiveram campanha dominante nas eliminatórias europeias e chegam ao Mundial tentando surpreender novamente.

Teoricamente, o Egito desponta como a segunda força da chave e busca uma classificação inédita ao mata-mata. Apesar de contar com alguns jogadores espalhados pelas principais ligas europeias, os egípcios ainda não conseguiram traduzir esse potencial em campanhas expressivas em Copas do Mundo.

Após ficar fora da edição de 2022, no Catar, a seleção africana aposta na experiência de Mohamed Salah, ídolo do Liverpool, que deve disputar seu último Mundial. Além do astro, a equipe treinada por Hossam Hassan também deposita esperanças em Omar Marmoush, do Manchester City, e nos experientes Mohamed El Shenawy e Mahmoud Trezeguet, ambos do Al Ahly. Haitham Hassan, do Real Oviedo, e Ibrahim Adel, do FC Nordsjaelland, também aparecem entre os nomes de destaque.

O Irã, outro integrante do grupo, chega cercado por tensão devido ao contexto geopolítico envolvendo os conflitos no Oriente Médio. Dentro de campo, a seleção comandada por Amir Ghalenoei deposita grande parte de suas expectativas em Mehdi Taremi, principal referência técnica da equipe.

Os iranianos poderiam contar ainda com Sardar Azmoun, um dos maiores artilheiros da história da seleção, mas o atacante do Al-Shabab acabou fora da convocação após polêmicas relacionadas a uma foto publicada ao lado de Mohammed bin Rashid Al Maktoum, líder dos Emirados Árabes Unidos.

Por fim, a Nova Zelândia foi uma das seleções beneficiadas pela ampliação do número de participantes da Copa do Mundo. A equipe garantiu vaga sem grandes dificuldades nas eliminatórias da Oceania, encerrando a campanha com 100% de aproveitamento.

Mesmo com a supremacia continental, os neozelandeses reconhecem que chegam ao torneio como azarões, e uma eventual classificação ao mata-mata já seria considerada histórica. De volta ao Mundial pela primeira vez desde 2010, na África do Sul, a seleção será liderada pelo atacante Chris Wood, do Nottingham Forest, além de contar com Marko Stamenic e Liberato Cacace entre seus principais nomes. .

Ansa - Brasil
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