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Tite 'adianta' titulares do ataque da Seleção e acena com mudanças entre os jogos das Eliminatórias

Em entrevista coletiva na véspera do duelo entre Equador e Brasil, treinador indica que Cunha, Raphinha e Vinicius Júnior serão titulares e revela ansiedade para duelo em Quito

26 jan 2022 15h14
| atualizado às 16h20
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O técnico Tite indicou em entrevista coletiva nesta quarta-feira (26), que o setor ofensivo da Seleção Brasileira será "jovem" diante do Equador, em Quito. Em entrevista coletiva na véspera da partida, o comandante canarinho detalhou que vê boas perspectivas na linha de frente com Vinicius Júnior, Raphinha e Matheus Cunha.

'A sensação, a emoção, eu achei que ia estar um pouco mais light, mas não', declarou Tite (Reprodução / CBF TV)
'A sensação, a emoção, eu achei que ia estar um pouco mais light, mas não', declarou Tite (Reprodução / CBF TV)
Foto: Lance!

Além disto, o comandante canarinho falou sobre a maneira como visualiza taticamente a Seleção.

- O tripé da frente, dos homens de lado, como a equipe se moldou e se adaptou bem, vai ser mantido sim. Com Vinicius, Raphinha, Cunha, e a gente ter essas amostragens, essa sequência que vai se mostrando. Do meio para trás, a estrutura e o posicionamento ele se mantém. Do meio para a frente, ele está se mostrando. Não consigo ver sobre ideia de futebol, dois atacantes centrais, dois volantes fixos e uma lacuna no meio onde pode ter articulador, um pensador. Não consigo conceber futebol assim - declarou.

Tite não esconde que, mesmo com a Seleção já classificada para o Mundial de 2022, a cada jogo a ansiedade é a mesma.

- A sensação, a emoção, eu achei que ia estar um pouco mais light, mas não. As mesmas emoções, ansiedades, a possibilidade de dar atleta a condição de fazer o seu melhor, estrategicamente estar preparado para o jogo, continuo com a mesma pressão, te confesso - afirmou.

O treinador, que já esboçou novidades no primeiro treino na capital equatoriana, indicou que pode fazer novos testes no duelo com o Paraguai.

- Sim, podemos esperar mudanças de um jogo para o outro. A média nossa, nesses 13 jogos, são quatro substituições por jogo. Tenho dito aos jogadores que esses que entram vão estar decidindo a partida, porque vão estar em momento crucial - e ratificou:

- Então essa é a preparação, senão dos que iniciam, mas de deixar todos preparados para aquilo que tem que fazer. Principalmente no aspecto organizacional, depois é o talento. Ele com a bola, na qualidade do passe, da verticalidade, do um contra um, da finalização. De um jogo para o outro vou mudar, mas não externando de forma pública - completou.

O Brasil tende a atuar com: Alisson, Emerson Royal, Éder Militão, Thiago Silva e Alex Sandro; Casemiro, Fred e Philippe Coutinho; Raphinha, Matheus Cunha e Vinicius Júnior.

O Brasil é líder das Eliminatórias de forma invicta, com 35 pontos. O Equador ocupa o terceiro lugar, com 23 pontos.

Lance!
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