Ederson, o goleiro dos jogos "fáceis" da Seleção
Reconhecido pela imprensa europeia como um dos melhores goleiros do mundo na atualidade, Ederson, do Manchester City, espera por uma oportunidade na Seleção brasileira para enfrentar algum adversário de mais expressão. Ele será o titular da equipe no amistoso contra o Catar, dia 4 de junho, em Brasília.
Antes, em 2018, ele defendeu o Brasil por três vezes — todas também contra seleções sem nenhuma tradição (Arábia Saudita, Camarões e Panamá). Ederson tem diante de si o desafio de tentar a vaga de Alisson, goleiro mais prestigiado ainda por suas atuações no Liverpool e pelo valor com que foi negociado da Roma para o clube inglês — em torno de 72, 5 milhões de euros (cerca de R$ 320 milhões), no início da temporada.
No próximo amistoso, Ederson vai completar cinco jogos como titular da Seleção principal. Em 2017, já havia representado o Brasil em partida contra o Chile, em São Paulo, válida pelas eliminatórias do Mundial de 2018 e com vitória da sua equipe por 3 a 0. Ali, a Seleção já estava classificada em primeiro lugar para a Copa. Sua escalação foi uma opção do técnico Tite.
Desta vez, contra o Catar, ele jogará por causa da ausência de Alisson, que decidirá o título da Liga dos Campeões neste sábado (1), no duelo Liverpool x Tottenham, em Madri, e só se integrará ao grupo em Brasília.
Para o treinador de goleiros da Seleção, Taffarel, campeão mundial em 1994, Ederson tem inúmeras qualidades. Em entrevista coletiva na tarde desta quinta, na Granja Comary, concentração da CBF em Teresópolis, ele preferiu destacar uma delas. "O Ederson, com a bola nos pés, é brincadeira. Sabe sair jogando como poucos."