Com formação ofensiva, Brasil busca equilíbrio entre ataque e defesa contra a Colômbia
Na preparação para o confronto contra o Colômbia nesta quinta-feira, o técnico Fernando Diniz está ensaiando jogar com quatro atacantes na partida pelas Eliminatórias. No entanto, o principal desafio do treinador será equilibrar os bons números ofensivos com uma melhora no setor defensivo.
Em quatro jogos até aqui, a Seleção Brasileira se destaca no último terço do campo. A equipe é a que teve mais chances criadas (13) e mais posse de bola (68,3%) entre todas na competição. Ela também é a segunda nos dribles certos (5 por jogo) e em finalizações a gol (4 por jogo), segundo dados do Sofascore.
Por outro lado, do meio pra trás o desempenho é abaixo do esperado. O Brasil tem o pior índice de desarmes (11,8 por jogo) e interceptações (5 por jogo), além de ser o segundo com o menor número de cortes defensivos (9,8 por jogo).
Parte das estatísticas ruins estão relacionadas ao estilo de jogo implantando por Fernando Diniz. Por ter mais tempo com a bola no pé, a Seleção tenta cadenciar o jogo com a posse. No entanto, quando o adversário domina a partida, o time tem dificuldade para retomar o controle.
O início nas Eliminatórias mostra um rompimento em relação ao trabalho de Tite nos últimos anos. Marcado pela solidez defensiva, o Brasil só havia sofrido cinco gols sobre o comando do antigo treinador nas Eliminatórias para a Copa de 2022. Já nesta edição, a equipe foi vazada quatro vezes em quatro partidas.
A expectativa é de que Diniz consiga corrigir a defesa sem perder a eficácia no ataque diante da Colômbia. O duelo está marcado para às 21h (de Brasília) desta quinta-feira, em Barranquilla.
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