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Botafogo vive "guerra fria" nos bastidores após queda na Pré-Libertadores

O relacionamento de Textor e o associativo está esgotado

12 mar 2026 - 14h24
(atualizado às 14h24)
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Foto: Wagner Meier/Getty Images / Esporte News Mundo

Além do impacto financeiro e esportivo de não ter ido para a fase de grupos da Libertadores e da eliminação na Pré-Libertadores, o Botafogo vive uma "guerra fria" nos bastidores. Segundo o jornal "O Globo", a paciência da ala associativa do clube com John Textor se esgotou e o entendimento é que o empresário americano não tem mais condições de administrar a SAF sozinho. 

Existe uma insegurança no aspecto financeiro, com temores de que o clube possa sofrer com um novo transfer ban. Nos últimos meses, o Real Betis reclamou que uma das metas de Luiz Henrique não foi paga. Fora isso, Junior Barranquilla e Vélez Sarsfield reclamaram por atrasos de parcelas nas compras de Álvaro Montoro e Jordan Barrera. 

Além disso, a SAF vai precisar pagar uma das parcelas atrasadas da dívida com o Atlanta United por Thiago Almada de 5 milhões de dólares (R$ 25,8 milhões, na cotação atual). Caso esse débito não seja quitado, o Alvinegro voltará a entrar em um transfer ban com um débito ainda maior. 

O clube associativo é grato a Textor pelas conquistas do clube e pelos avanços do CT, nas receitas e na área administrativa.  No entanto, deseja a saída do empresário para outro investidor ou pela venda do futebol do clube, o que ele não deseja. 

Por conta disso, o clube vive uma guerra fria dentro de seus bastidores. De um lado, John Textor diz que a ala social, liderada pelo presidente João Paulo Magalhães, tem barrado a entrada de novos recursos para arcar com as obrigações financeiras. 

John Textor antes de partida do Botafogo
John Textor antes de partida do Botafogo
Foto: Wagner Meier/Getty Images / Esporte News Mundo

Já do lado do associativo, existe uma crença de que Textor vai ser retirado do comando da SAF em breve pela decisão da arbitragem da FGV que vai decidir o rumo da disputa judicial entre as partes e a Eagle Football Holding. A empresa é representada pela Ares, credora e a principal oposição a John Textor dentro da rede.FGV,

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