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Red Bull economiza, mas ainda gasta R$ 1,7 bilhões com temporada 2019 da F1

A Red Bull gastou em 2019 menos do que em 2018, mas ainda segue longe de ficar dentro dos valores do teto orçamentário de 2021. Às vésperas de introdução do limite de US$ 145 milhões, os taurinos investiram US$ 307,1 em uma só temporada

1 out 2020
09h41
atualizado às 10h54
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A Red Bull teve gastos bilionários na F1 2019
A Red Bull teve gastos bilionários na F1 2019
Foto: Getty Images/Red Bull Content Pool / Grande Prêmio

A Red Bull conseguiu diminuir gastos na temporada 2019 da Fórmula 1, mas não muito. Depois de anos com reduções significativas, o balanço financeiro divulgado nesta quinta-feira (1°) revelou que os gastos da Red Bull foram de US$ 307,1 milhões (R$ 1,7 bilhão), apenas US$ 2,98 milhões a menos que o visto em 2018.

A pequena queda representa uma situação incômoda para a Red Bull. A equipe ainda está longe de cumprir as exigência do novo teto orçamentário, que entra em vigor em 2021. As novas regras vão exigir gasto máximo, salvo algumas exceções, de US$ 145 milhões (R$ 812 milhões) por ano. Ou seja, a escuderia de Milton Keynes precisa cortar pela metade o investimento do ano passado.

A Red Bull investiu pesado na F1 em 2019 (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)

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O balanço financeiro indica que a maior economia da Red Bull foi através da Honda. É que o contrato de fornecimento de motor se tornou mais benéfico, isso após ano com a Renault cobrando pesado para ceder um V6 Turbo.

Em termos de lucro, a Red Bull não conseguiu muita coisa. Comparando gastos com retornos, o balanço ficou positivo, mas apenas de US$ 801,6 mil (R$ 3,4 milhões). O lucro de 2019 é semelhante ao de 2018.

Os comentários no balanço financeiro, assinados pelo chefe Christian Horner, fazem análise positiva.

"Os diretores perceberam progresso rumo aos objetivos estratégicos ao analisar performance de corrida, performance de campeonato e controle de custos, os principais fatores. Gastos seguem sob controle e a equipe tem noção das adaptações necessárias para o novo regulamento financeiro de 2021", afirmou.

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