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Mercedes diz ter "orgulho" de conceito 'zero-pod': "Nada a ver com falta de desempenho"

Toto Wolff elogiou a ousadia da Mercedes em trazer um conceito totalmente novo para as entradas laterais de ar e ainda destacou outros pontos altos do W13, como a confiabilidade

10 dez 2022 - 05h16
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Lewis Hamilton sofreu com o W13, mas Toto Wolff disse que o conceito do carro é motivo de “orgulho”
Lewis Hamilton sofreu com o W13, mas Toto Wolff disse que o conceito do carro é motivo de “orgulho”
Foto: AFP / Grande Prêmio

O W13 ainda é assunto sempre que Toto Wolff fala sobre a Mercedes na temporada 2022 da Fórmula 1. E embora reforce que carro do próximo ano terá mudanças no layout, o austríaco voltou a defender o revolucionário conceito das entradas de ar laterais estreitas — o 'zero-pod'.

O chefão das Flechas de Prata participou do podcast Beyond the Grid e foi questionado se a falta de desempenho tanto de George Russell quanto de Lewis Hamilton ao longo da temporada não foi em função do projeto do carro. Wolff, porém, foi enfático: "Tenho orgulho da ousadia que colocamos nesse carro."

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Toto Wolff projeta menos dificuldades para 2023, mas pediu humildade à Mercedes
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Foto: Web Summit / Grande Prêmio

"O conceito do sidepod estreito não tem absolutamente nada a ver com a falta de desempenho. Tenho orgulho de como descobrimos esse design e o usamos no carro", continuou o dirigente, ressaltando ainda que o W13 teve várias áreas que foram boas, como a unidade de potência e a "ótima" confiabilidade.

Wolff seguiu com a avaliação, apontando ainda que o chassi "teve um pico alto de downforce, mas simplesmente não conseguimos andar com o carro em lugares onde essa pressão aerodinâmica seria gerada".

2022 foi o segundo ano em que as equipes tiveram de trabalhar dentro de um teto de gastos de US$ 140 milhões (R$ 730, na cotação atual), mas Toto não acredita que recursos extras teriam feito a diferença na performance da Mercedes.

"Não nos falta capacidade ou ferramentas. Foi mais que preciso tirar camada por camada para chegar à raiz do problema — não teria mudado nada. Acredito que resolvemos a questão subjacente dos saltos, mas nem tudo pôde ser feito no carro de 2022. Vai ser mais fácil ano que vem, estamos mudando um pouco a arquitetura e o layout do carro, e isso deve nos levar para a direção certa", completou Wolff, frisando, no entanto, que não será algo imediato.

"Com o novo regulamento, às vezes você descobre um problema, mas nota que havia outro escondido. Temos de ser humildes e não achar que vamos conseguir voltar ao campeonato e vencer desde o início", finalizou.

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