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Maior abertura e novas ideias: chefão analisa mudanças da F1 desde saída de Ecclestone

Diretor-executivo da F1 desde o começo do ano, Stefano Domenicali avaliou as diferenças do Mundial desde que Bernie Ecclestone deixou o poder

9 jul 2021 - 12h08
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Bernie Ecclestone deixou o comando das ações da Fórmula 1 no fim de 2016
Bernie Ecclestone deixou o comando das ações da Fórmula 1 no fim de 2016
Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio / Grande Prêmio

Bernie Ecclestone foi o homem mais poderoso dos negócios da Fórmula 1 entre o começo dos anos 1970 e o fim de 2016, período no qual fez o Mundial se tornar um grande negócio global inimaginável anos antes. Mas o período de quase cinco anos desde que Ecclestone deixou de mandar no campeonato fizeram com que a categoria mudasse bastante. De acordo com o atual chefão, o diretor-executivo Stefano Domenicali, mudou para melhor em diferentes aspectos.

Domenicali, que viveu por muitos anos na Fórmula 1 da 'Era Bernie' - inclusive como chefe de equipe da Ferrari entre 2008 e 2014 -, e passou a ser o diretor-executivo da categoria neste ano, avaliou que as partes fundamentais para o negócio conversam de maneira mais fluida e participam mais da tomada de decisões.

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Além disso, a F1 atual conta com um equipes grandes menos vorazes na tentativa de levar vantagem que anos atrás. É possível estar na F1 para estabelecer um negócio, ele aponta.

"Diria que as relações entre as equipes, o detentor dos direitos comerciais e a FIA são certamente diferentes. Há mais envolvimento nas conversas hoje em dia", afirmou ao site RacingNews365.

Stefano Domenicali é chefão da Fórmula 1 desde o começo do ano
Stefano Domenicali é chefão da Fórmula 1 desde o começo do ano
Foto: Lamborghini / Grande Prêmio

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"O segundo ponto é que temos mais pilotos que são incrivelmente fortes e trunfos para o futuro. Tínhamos poucos [pilotos de ponta] no passado, mas em termos de quantidade e qualidade o nível está bem mais alto", disse.

"O terceiro ponto é o de questões fundamentais. É notável que as equipes pensam de maneiras diferente, especialmente as equipes grandes. Quando eu saí da F1, as maiores equipes não tinham basicamente nenhum limite em termos de orçamento e abordagem. Já deu para notar que as equipes pensam a F1 de outra forma, e as equipes pequenas conseguem olhar para o futuro como uma vitória, de maneira a que podem realmente desenvolver um negócio de verdade", apontou.

Domenicali aproveitou para citar a importância de seu antecessor, Chase Carey. Foi o estadunidense que assumia a chefia executiva quando o Liberty Media comprou e passou a controlar a Fórmula 1, entre o fim de 2016 e começo de 2017. Carey se aposentou em 2020.

"Bernie criou a Fórmula 1 e, quando há mudança de comando daquela que criou o negócio para quem vai tomar conta no futuro, naturalmente há o ato de descontinuar. É humano e lógico. Aqui, foi desenvolvido pelo papel de Chase Carey e da maneira correta, porque não dá para copiar e colar o que Bernie fez. Chase assumiu essa responsabilidade numa situação difícil e fez uma transferência incrível para o que agora é uma F1 diferente", finalizou.

Domenicali assumiu a direção-executiva da Fórmula 1 no começo deste ano e conta com Ross Brawn como diretor-esportivo e Sean Bratches como diretor-comercial no tripé de comando apontado pelo Liberty Media.

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