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Haas diz que permanência da equipe na F1 "seria impossível" sem Pacto da Concórdia

Apesar dos resultados decepcionantes na pista, a Haas assinou o Pacto da Concórdia e continua na Fórmula 1 até 2025. As mudanças previstas no acordo fizeram o time aceitar um comprometimento a longo prazo, segundo Gunther Steiner

28 ago 2020 - 10h10
(atualizado às 10h20)
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A Haas chegou a colocar seus carros em terceiro e quarto no treino
A Haas chegou a colocar seus carros em terceiro e quarto no treino
Foto: Haas / Grande Prêmio

Depois de muita incerteza, a Haas assinou o novo Pacto da Concórdia e comprometeu-se a ficar na Fórmula 1 até 2025, último ano de vigência do acordo.

Sem grandes resultados nas duas últimas temporadas e problemas com patrocinadores fizeram com que a participação da equipe ficasse em dúvida. Gene Haas, o dono, chegou a afirma que a temporada 2020 seria crucial para definir o futuro na Fórmula 1. Apesar de apenas um ponto conquistado nas primeiras corridas, o projeto segue em frente.

Gunther Steiner, chefe da equipe, fez questão de ressaltar que a presença do time nos próximos deve-se ao novo teto de gastos implementado a partir de 2021 e que saiu graças ao Pacto da Concórdia.

A Haas conseguiu apenas um ponto nas primeiras corridas da temporada 2020
A Haas conseguiu apenas um ponto nas primeiras corridas da temporada 2020
Foto: Haas / Grande Prêmio

"Devo dizer que seria bem mais difícil e praticamente impossível [continuar na F1] se não tivesse uma chance de ser competitiva e os gastos continuassem aumentando. Ter mais entrada de recursos ajuda porque diminui o buraco entre o que você ganha e gasta. Acho que sem essas duas mudanças, seria muito difícil a Hass estar aqui no futuro", afirmou o dirigente ao site Motorsport.

"O principal é que ele [Gene Haas] sentou e viu que a Fórmula 1 é uma ferramente de marketing global e muito poderosa. E por ele pensar o que foi feito nos últimos cinco anos, que foi benéfico para a Haas Automation. Essa foi a razão. E, claro, todas as coisas do Pacto da Concórdia, como pagamentos igualitários e teto de gastos, o convenceram a ficar", prosseguiu.

Resta agora a Haas escolher sua dupla de pilotos para o próximo ano. Em recente entrevista, Steiner afirmou que sequer iniciou as conversas com Kevin Magnussen e Romain Grosjean, atuais pilotos do time, e não descartou uma dupla de novatos.

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