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Haas diz que mudança de regras prejudica desenvolvimento para 2023: "É tarde demais"

Chefe da Haas, Guenther Steiner confirmou que equipe já trabalha no carro de 2023, e crê que possível mudança no regulamento técnico para evitar os quiques atrapalharia o progresso

26 jul 2022 - 12h06
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Haas não quer ver mudanças nas regras de 2022
Haas não quer ver mudanças nas regras de 2022
Foto: Haas F1 Team / Grande Prêmio

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A guerra por uma possível mudança nas regras da Fórmula 1 motivada pelo porpoising segue pegando fogo nos bastidores da categoria. No último final de semana, ficou clara a batalha entre as equipes que buscam uma alteração nas regras e aquelas que querem a manutenção do regulamento técnico que estreou esse ano e trouxe os quiques dos carros. Guenther Steiner, por exemplo, considera tarde demais para que as regras do jogo sejam alteradas.

Ainda em Le Castellet para a disputa do GP da França do último final de semana, o chefe da Haas confirmou que sua equipe se opõe às possíveis mudanças e argumentou que o time americano já até mesmo começou o desenvolvimento do carro do ano que vem, o que poderia ser impactado com uma mudança repentina do regulamento vigente.

Steiner acredita que mudanças impactariam desenvolvimento para o ano que vem (Foto: Haas F1 Team)

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"Nós estamos no grupos das seis equipes que não querem mudanças", explicou Steiner. "Estamos felizes com o lugar que estamos agora. Queremos manter [o regulamento] ou encontrar um meio-termo para que não precisemos começar do zero nosso desenvolvimento do carro de 2023. Começamos bem cedo com o carro de 2023, e se você muda as regras agora, descobrimos que fica um pouco tarde demais para isso", completou.

O "grupos dos seis" ao qual Steiner se refere inclui, além da Haas: Red Bull, Ferrari, AlphaTauri, Alfa Romeo e Williams. Na opinião dessas equipes, a mudança seria benéfica para um dos times e prejudicaria os demais, já que a principal interessada nas alterações é a Mercedes — justamente aquela que sofreu o maior baque de um ano para o outro, de octacampeã consecutiva à terceira força do campeonato.

Outro a deixar claro seu incômodo com uma possível mudança foi Christian Horner, chefe da Red Bull, que fez questão de alfinetar a equipe alemã ao comentar sobre o assunto. Após a declaração do britânico, o chefe da Mercedes, Toto Wolff, também não deixou barato e respondeu ao rival.

"Acho que existe um lobby muito forte para mudar as regras significativamente para o ano que vem, para que uma certa equipe possa andar com seu carro mais baixo e se beneficiar desse conceito", criticou Horner, em uma óbvia alusão à Mercedes. "E agora, sabemos, é um momento muito tardio no ano para se mudar isso", opinou.

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