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Como uma desistência fez Barrichello herdar grande patrocínio no começo da carreira

De forma inesperada, Rubens Barrichello conseguiu um grande patrocínio que o acompanhou das categorias menores à Fórmula 1. Ricardo Tesdeschi comentou sobre o assunto no Cadeira Cativa #17

4 ago 2020
18h01
atualizado às 22h58
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Rubens Barrichello no pódio do GP do Pacífico de 1994
Rubens Barrichello no pódio do GP do Pacífico de 1994
Foto: Reprodução / Grande Prêmio

No Cadeira Cativa #17, Ricardo Tedeschi citou como Rubens Barrichello conseguiu um grande patrocinador no início da carreira e que o acompanhou até a Fórmula 1. Graças a uma desistência, o brasileiro herdou o patrocínio que o ajudou nos primeiros passos na Europa.

O Cadeira Cativa é o programa do GRANDE PRÊMIO que recebe jornalistas e personalidades marcantes da cobertura de esporte a motor do Brasil.

Assista ao trecho completo abaixo:

Os finais dramáticos da Fórmula 1

Milagre? Sorte? Azar? Não importa: a Fórmula 1 também pode trazer grandes dramas nos finais de corrida, como nos relembrou o final do GP da Inglaterra no último domingo. Lewis Hamilton teve um milagre para chamar de seu e nos dá um ótimo gancho: relembrar outros momentos chocantes (ou bizarros) nas voltas finais da categoria máxima do automobilismo.

Claro que, nestes 70 anos de F1, não faltam momentos assim. Como essa aqui é uma lista com "10+", selecionamos dez grandes finais dramáticos na história da categoria, em ordem cronológica. Mas poderiam entrar tantos outros.

Hora de apertar os cintos e acelerar o DeLorean DMC-12 até alcançar 88 milhas por hora. Vamos começar a viagem ao passado.

Grande Prêmio
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