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Felipe Nasr elogia BoP do IMSA após final apertado nas 24 Horas de Daytona

Piloto brasileiro destaca equilíbrio do Balance of Performance e afirma que imprevisibilidade das corridas comprova o bom trabalho da IMSA.

7 fev 2026 - 10h00
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Foto: Divulgação / Stuttgart Porsche

Vencedor das 24 Horas de Daytona com a Porsche, Felipe Nasr avaliou de forma positiva o trabalho da IMSA na gestão do Balance of Performance (BoP) e apontou o equilíbrio entre os carros como um dos principais fatores para os finais apertados e imprevisíveis das provas de endurance nos Estados Unidos.

Durante entrevista concedida na sexta-feira (30), em São Paulo, o brasileiro citou a própria corrida em Daytona como exemplo do impacto do BoP na competitividade. “Uma prova de 24 horas. Dois carros chegam no final com uma diferença de um segundo e meio. Alguma coisa certa eles estão fazendo”, afirmou.

Nasr destacou que esse cenário não foi isolado e tem se repetido nas últimas temporadas da categoria. Tanto em 2024 quanto em 2025, a disputa pela vitória ficou aberta até os momentos finais, com diferentes fabricantes tendo chances reais de vencer.

O piloto da Porsche também ressaltou como esse equilíbrio melhora a experiência não só para quem está na pista, mas também para o público. “Como piloto, e até como espectador, quando você olha os highlights da corrida, você não sabe quem vai ganhar no final. A verdade é essa”.

Para Nasr, esse nível de imprevisibilidade é reflexo direto do trabalho realizado pela organização. “Eu só tenho a elogiar o que o IMSA está fazendo. O trabalho deles é fantástico”, concluiu o brasileiro, que vem se consolidando como um dos principais nomes do endurance mundial

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