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Faltando 13 medalhas para alcançar 100 ouros paralímpicos, o Brasil conta com 259 atletas em Tóquio

23 ago 2021 13h08
| atualizado às 13h08
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Os Jogos Paralímpicos de Tóquio terão início nesta terça-feira. A cerimônia de abertura será realizada no Estádio Nacional do Japão, às 8 horas (de Brasília). Os medalhistas Petrúcio Ferreira, do atletismo, e Evelyn Oliveira, da bocha, serão os porta-bandeiras do Brasil.

O evento terá transmissão ao vivo dos canais SporTV. Na TV aberta, a TV Brasil é a emissora oficial dos Jogos. A Agência Brasil, a Rádio Nacional e as redes sociais do CPB (Comitê Paralímpico Brasileiro) e da EBC (Empresa Brasil de Comunicação) também reforçam a cobertura do evento esportivo.

Símbolo dos Jogos Paralímpicos de Tóquio-2020.

Como meta para esta edição, o CPB objetiva ficar no top 10 no quadro geral de medalhas. No Rio-2016, o Brasil conquistou 72 no total: 14 de ouro, 29 de prata e 29 de bronze, sendo o maior número conquistado pelo país em uma edição dos Jogos.

Dos representantes brasileiros convocados, 87 são estreantes em Paralimpíadas. Os Jogos de Tóquio também marcam a estreia de duas modalidades: o parabadminton o e parataekwondo.

Com deficiência, 68 atletas serão das chamadas "classes baixas", com deficiências visuais, física e intelectuais. São 42 homens e 26 mulheres que fazem parte deste grupo.

A deficiência física é a mais presente, com uma representação de 72,9% entre o total dos participantes. Logo em seguida, com 23,2%, está a deficiência visual, enquanto os atletas com deficiência intelectual são 3,9% do total.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
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