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Após polêmica, tribunal anula julgamento por morte de Maradona

Magistrada teria participado das gravações de um documentário

29 mai 2025 - 13h44
(atualizado às 13h53)
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Após o escândalo envolvendo a juíza argentina Julieta Makintach, o tribunal de San Isidro decidiu nesta quinta-feira (29) anular o julgamento que apura se a morte do ex-jogador Diego Maradona, ocorrida em 2020, foi homicídio.

Maradona faleceu em decorrência de "insuficiência respiratória e parada cardíaca"
Maradona faleceu em decorrência de "insuficiência respiratória e parada cardíaca"
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

A magistrada foi afastada do processo por ter participado de um documentário não autorizado sobre o caso, tanto que imagens feitas sem autorização dentro do tribunal foram exibidas e geraram forte reação entre os envolvidos.

A decisão foi comunicada pelo juiz Maximiliano Savarino, um dos magistrados da corte.

"A juíza Julieta Makintach não interveio de forma imparcial e sua conduta causou danos tanto ao autor quanto à defesa", afirmou.

Ao todo, sete pessoas que cuidavam do ex-craque estavam sendo julgados por homicídio e, se fossem considerados culpados, poderiam pegar de oito a 25 anos de cadeia. Uma oitava acusada pediu um júri popular e será julgada separadamente.

Maradona faleceu em decorrência de "insuficiência respiratória e parada cardíaca", mas os promotores do caso alegaram que o ídolo do Napoli estava em situação de "abandono" por parte dos profissionais de saúde. Na época, o argentino se recuperava de uma cirurgia que retirou um hematoma na cabeça.

Ansa - Brasil
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