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Lesão de novato pode beneficiar Alemanha com Lahm na lateral

1 jul 2014 - 07h51
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Mustafi fica no chão sentindo a perna e é retirado de maca de campi
Mustafi fica no chão sentindo a perna e é retirado de maca de campi
Foto: Gabriel Bouys / AFP

Depois do corte de Marco Reus, das dúvidas sobre o estado físico de Khedira e Schweinsteiger, e dos recentes problemas musculares de Hummels e Podolski, a Alemanha tem mais uma contusão para se preocupar: o zagueiro e lateral Mustafi, que saiu de maca após se machucar sozinho no segundo tempo da vitória sofrida por 2 a 1 contra a Argélia, na última segunda-feira, no Beira-Rio. Ao contrário dos outros casos, porém, a saída do novato de 22 anos pode ironicamente ajudar o técnico Joachim Löw a melhorar o time.

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Desde o início da Copa, Löw tem optado por escalar uma linha defensiva com quatro zagueiros de origem – começou com Boateng, Mertesacker, Hummels e Höwedes, mas após a lesão de Hummels, usou Mustafi na lateral e Boateng no miolo de zaga. Não foi possível notar nenhum aumento de solidez defensiva com este sistema; Gana e Argélia, por exemplo, tiveram várias chances perigosas no contra-ataque. E na parte ofensiva, os alemães sofrem sem opções nas laterais.

O resultado é que a Alemanha muitas vezes parece com uma opção a menos para atacar. Contra a Argélia, foi notório como os meio-campistas pensavam duas vezes antes de passar a bola para Mustafi ou Höwedes em posições adiantadas; quando eles recebiam a posse, invariavelmente tocavam de lado sem perigo algum. A equipe só melhorou depois da saída de Mustafi, quando o capitão Philipp Lahm foi deslocado para sua função original, a lateral direita, e deu uma nova dimensão aos ataques alemãs, com cruzamentos precisos e arrancadas com a bola dominada.

Lahm tem preferido atuar no meio-campo após ter sido usado nessa posição na última temporada do Bayern de Munique por Pep Guardiola, mas a seleção parece precisar dele na lateral para não ficar dependente da magia de seus armadores e atacantes. E não é que o setor intermediário do time esteja em falta de bons nomes: quando Lahm foi para a lateral, por exemplo, os três meio-campistas ficaram sendo Khedira, Schweinsteiger e Kroos, três jogadores de primeiro nível.

Ainda assim, há a chance de o sistema com quatro zagueiros continuar mesmo sem a presença de Mustafi nas quartas de final contra a França – tudo depende da recuperação de Hummels, que ficou de fora contra a Argélia por uma febre no dia do jogo. Cabe a Löw julgar onde a presença de Lahm se faz mais necessária: no meio-campo, onde há outros nomes de categoria similar, ou na lateral, em que atletas fora de posição estão sendo escalados. 

Fonte: Terra
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