Trump diz que ainda avalia proibição da exportação de diesel
Donald Trump avalia proibir a exportação de diesel para conter a disparada dos preços da energia nos EUA, admitindo que a medida baratearia o diesel, mas encareceria a gasolina. O presidente atribuiu a alta à guerra entre Rússia e Ucrânia, enquanto o secretário de Energia, Chris Wright, apontou interrupções no fornecimento do Oriente Médio e da China, indicando que a Europa deve anunciar novas ofertas em breve.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira que mantém conversas sobre a proibição das exportações de diesel "todos os dias", enquanto a Casa Branca se empenha em conter a alta vertiginosa dos preços da energia.
Falando do Salão Oval, Trump disse que uma proibição às exportações "teria um impacto negativo sobre os preços da gasolina", mas poderia reduzir os custos do diesel. Ele afirmou que a guerra entre a Ucrânia e a Rússia, com ataques de ambos os lados afetando a produção e as exportações de energia, é a principal causa do aumento dos preços do diesel e acrescentou: "achamos que estamos em uma posição muito boa".
O secretário de Energia, Chris Wright, disse que as interrupções foram mais generalizadas.
"Perdemos algumas exportações de diesel do Oriente Médio, embora estejamos restaurando essas, e perdemos as exportações de diesel da China. Portanto, são muitas interrupções", disse Wright.
Ele disse que o governo esperava anúncios em breve da Europa sobre novos suprimentos de diesel.
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