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Três escolas brasileiras de negócios estão entre as melhores do mundo; veja ranking global

Lista anual do 'Financial Times' reuniu mais de 90 instituições com foco em educação executiva

20 mai 2026 - 17h17
(atualizado às 17h42)
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Na 27ª edição do ranking anual do jornal inglês Financial Times, três instituições brasileiras foram listadas entre as 90 melhores escolas de negócios do mundo. Os critérios do levantamento exigem que a universidade tenha faturado pelo menos US$ 1 milhão em 2025 com programas personalizados ou de matrícula aberta, além de estar credenciada na Association to Advance Collegiate Schools of Business (AACSB) ou na European Quality Improvement System (Equis).

A Europa concentra o pódio com as escolas mais bem posicionadas. London Business School lidera a lista, seguida por HEC Paris e IESE Business School. No ranking que oferece cursos de matrícula aberta, como cursos de liderança, todas as brasileiras ficaram no top 20.

A Fundação Dom Cabral (FDC) alcançou a melhor colocação, ocupando o 4º lugar pelo segundo ano consecutivo. Com isso, a universidade lidera como a única brasileira no top 5 mundial. Na sequência, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) ficou em 12º lugar, a melhor posição da escola nos últimos anos. Na edição anterior, a instituição ocupou o 27º na lista. O Insper surge na 19ª posição.

A IESE Business School, de origem espanhola, mas que tem unidade no Brasil, está na 3ª posição na lista de programas abertos. Já a francesa SKEMA Business School, com unidade em Belo Horizonte e mais recentemente em São Paulo, está no 35º lugar.

Critérios

A seleção do Financial Times coleta os dados por meio de duas pesquisas online, em que considera as escolas participantes e os ex-alunos dos programas. No ranking de programas abertos, as universidades podem inscrever um ou dois cursos gerais com duração mínima de três dias e um ou dois cursos avançados com duração mínima de quatro dias.

O campus da Fundação Dom Cabral (FDC), em Nova Lima, Minas Gerais
O campus da Fundação Dom Cabral (FDC), em Nova Lima, Minas Gerais
Foto: FDC/Divulgação / Estadão

A lista de requisitos incluem nível de interação entre o cliente e a escola, desenho do programa, métodos e materiais de ensino, corpo docente, novas competências e aprendizagem, qualidade do feedback dos participantes, escolas parceiras, crescimento da receita, diversidade do corpo docente, participantes femininas e internacionais.

Os critérios da qualidade dos participantes, o ensino e a relevância das habilidades adquiridas, representam 80% do ranking. Segundo informações do ranking, as instituições com os melhores resultados relataram aumento na demanda por geopolítica e sustentabilidade empresarial.

Estadão
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