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TJSP homologa acordo entre Eliseu Martins e Itaú, e apenas ex-diretor financeiro segue alvo do banco

Martins reconheceu que atuava em sociedade com Alexsandro Broedel em uma consultoria, contratada pelo Itaú por meio de autorizações do então diretor; Broedel nega irregularidades

16 jun 2025 - 19h30
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O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) homologou o acordo entre Eliseu Martins e o Itaú Unibanco em ações em que o banco pede ressarcimento por recursos pagos a ele através de autorizações do então diretor financeiro do conglomerado, Alexsandro Broedel. Com isso, apenas Broedel continua como alvo dos processos.

No acordo fechado no final de maio, Martins reconheceu que atuava em sociedade com Broedel em uma empresa de consultoria, contratada pelo Itaú por meio de autorizações do ex-diretor. Ainda segundo o acordo, os recursos eram divididos entre os dois sócios. Broedel nega irregularidades.

Broedel deixou o Itaú em julho passado, ao aceitar um cargo na estrutura global do Santander, porém recentemente foi anunciado outro executivo no posto
Broedel deixou o Itaú em julho passado, ao aceitar um cargo na estrutura global do Santander, porém recentemente foi anunciado outro executivo no posto
Foto: Taba Benedito/Estadão / Estadão

Martins afirmou que buscava demonstrar boa fé com o acordo. O acerto envolve o pagamento de R$ 2,5 milhões ao Itaú. Com a homologação, publicada nesta segunda-feira, 16, tanto ele quanto seus filhos e as empresas Care Consultores e Evam Consultores deixam de ser alvos das ações do banco.

O processo contra o ex-diretor continua. O Itaú alega que Broedel agiu contra a governança do banco ao não declarar as sociedades com Martins e ao autorizar os pagamentos a ele, sendo que receberia depois parte dos recursos.

O executivo deixou o banco em julho passado, ao aceitar um cargo na estrutura global do Santander. O caso envolvendo o Itaú foi revelado no segundo semestre de 2024, enquanto Broedel estava em "garden leave" (saída remunerada), o que foi interrompido.

No começo deste mês, o Santander escolheu outro executivo, Manuel Preto, para ocupar a vaga que ficaria com Broedel.

Estadão
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