Taxas dos DIs de curto prazo caem e longas sobem no Brasil
As taxas dos DIs (Depósitos Interfinanceiros) de curto prazo operam com baixas e as de longo prazo com altas leves nesta quinta-feira, enquanto no exterior os rendimentos dos Treasuries também têm sinais mistos, com investidores monitorando os desdobramentos da guerra no Oriente Médio.
Após as altas das duas sessões anteriores, às 9h45 a taxa do DI para janeiro de 2028 estava em 14,14%, em queda de 3 pontos-base ante o ajuste de 14,171% da sessão anterior. Na ponta longa da curva a termo, a taxa do DI para janeiro de 2035 estava em 14,45%, com avanço de 2 pontos-base ante o ajuste de 14,428%.
Apesar do feriado no Estado de São Paulo nesta quinta-feira, as negociações na B3 ocorrem normalmente, incluindo no mercado de DIs, mas a liquidez pode ser afetada.
No exterior, após o presidente dos EUA, Donald Trump, ter declarado que o acordo provisório com o Irã "acabou", as forças armadas norte-americanas lançaram novos ataques contra o país.
Já o Irã realizou ataques contra infraestruturas militares dos EUA em países vizinhos no Golfo Pérsico nesta quinta-feira, enquanto se preparava para enterrar seu líder supremo assassinado, o aiatolá Ali Khamenei, no santuário mais sagrado do país, em Mashhad.
Em meio às ofensivas, os rendimentos dos títulos norte-americanos de curto prazo tinham baixas leves nesta manhã, enquanto os de longo prazo subiam, em uma sessão até o momento de certa calmaria, com o petróleo registrando ganhos leves.
Nos EUA, os pedidos de auxílio-desemprego atingiram 215 mil na última semana, conforme dados divulgados nesta manhã, contra 218 mil estimados por economistas ouvidos pela Reuters.
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