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Secretário de Tebet responsável por revisão de gastos deixa governo Lula

Segundo o Ministério do Planejamento, saída ocorre a pedido do secretário, que retorna à função de professor do Insper

30 abr 2025 - 17h20
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BRASÍLIA - O Ministério do Planejamento e Orçamento informou nesta quarta-feira, 30, por meio de nota, que o secretário de Monitoramento e Avaliação de Políticas Públicas e Assuntos Econômicos, Sérgio Firpo, vai deixar o cargo na próxima segunda-feira, 5.

Segundo a pasta, a saída ocorre a pedido do secretário, que retorna à função de professor do Insper. Ele estava no cargo desde a recriação do MPO, em janeiro de 2023, e era um dos nomes mais conceituados da equipe da ministra Simone Tebet.

"Meu compromisso com a ministra Tebet foi o de estruturar uma área dentro do MPO que contribuísse para fortalecer a agenda de avaliação no Executivo federal e desenvolvesse instrumentos para o aprimoramento contínuo da qualidade do gasto público. Após mais de dois anos de trabalho, percebo que fizemos importantes avanços nessa direção", disse o secretário, na nota publicada pela pasta.

Com a saída de Firpo, o secretário-adjunto de Monitoramento e Avaliação de Políticas Públicas, Wesley Matheus de Oliveira, assume o cargo como substituto.

Na nota, Tebet agradeceu ao secretário. "Registro meu agradecimento a Sérgio Firpo pelo reconhecido trabalho à frente da Secretaria de Revisão de Gastos. Ao longo de dois anos e meio, sua dedicação foi fundamental para o aprimoramento da qualidade do gasto público e da eficiência dos serviços à população. Gastar de forma eficiente os recursos dos contribuintes em projetos que são essenciais para a proteção de segmentos mais vulneráveis da economia é uma das tarefas mais importantes dos governos. Desejo-lhe pleno êxito em seus novos desafios", disse.

Apesar de liderar a área de avaliação e revisão de gastos, a maioria das propostas de sua secretaria não foram incorporadas ao projeto do governo de contenção de despesas, aprovado no final do ano passado - o que teria contribuído para o aumento do desgaste de Firpo de insistir nessa agenda em meio a resistências políticas do governo Lula.

Estadão
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