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Relator estuda simplificação da reforma da Previdência

Deputado federal Samuel Moreira (PSDB-SP) pretende apresentar relatório final à Comissão Especial da Câmara até a primeira quinzena de junho

19 mai 2019
22h34
atualizado em 20/5/2019 às 07h58
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O relator da reforma da Previdência, deputado federal Samuel Moreira (PSDB-SP), dedicou o domingo, em Brasília, a estudar as diferentes alternativas de regras de transição para a Previdência. Responsável pela elaboração do parecer que será apresentado à Comissão Especial da Câmara, Moreira reuniu-se pela manhã com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e com o secretário especial da Previdência e Trabalho, Rogério Marinho. À tarde, conversou por horas com técnicos da equipe econômica.

Moreira disse que quer simplificar as regras de transição para trabalhadores que já contribuem para a Previdência. O relator afirmou que pretende apresentar o relatório final à Comissão Especial até a primeira quinzena de junho. O Estado apurou, porém, que esse prazo pode ser encurtado para a primeira semana do mês.

Relator da reforma da Previdência na comissão especial da Câmara, Samuel Moreira (PSDB-SP)
Relator da reforma da Previdência na comissão especial da Câmara, Samuel Moreira (PSDB-SP)
Foto: Adriano Machado / Reuters

Antes de entregar o texto, o relator pretende ouvir todas as demandas colocadas nas audiências públicas, que se encerram no fim de maio. Ele também quer dividir o mérito do seu trabalho com líderes e deputados da Comissão Especial. "Todos serão ouvidos", disse Moreira, ao Estado.

O relator também trabalha para propor medidas que aumentem a arrecadação previdenciária, em uma tentativa de manter o número mágico de R$ 1 trilhão de economia em dez anos, defendido pelo ministro da Economia, Paulo Guedes.

O governo trabalha para que o texto do relator não enfraqueça a proposta elaborada pela equipe de Guedes. No dia 1º de maio, durante evento das centrais sindicais em São Paulo, o presidente do Solidariedade, Paulo da Força (SP), afirmou que o Centrão quer "desidratar" a reforma para não "reeleger" o presidente Jair Bolsonaro.

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Estadão
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