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Rejeição de Cristiano Ronaldo não teve impacto direto nas vendas, diz executivo da Coca-Cola

21 jul 2021 15h32
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A Coca-Cola Co não detectou nenhum impacto direto nas suas vendas após o jogador de futebol Cristiano Ronaldo retirar duas garrafas do refrigerante da sua frente durante uma entrevista coletiva na Euro 2020 em junho, afirmou o vice-presidente financeiro da empresa nesta quarta-feira.

11/10/2016
REUTERS/Arnd Wiegmann
11/10/2016 REUTERS/Arnd Wiegmann
Foto: Reuters

Ronaldo, fanático por saúde e com aversão a refrigerantes, esnobou a marca ao segurar uma garrafa de água e dizer "água". A sua ação deixou a internet frenética e por alguns momentos retirou bilhões de dólares do valor de mercado da empresa.

"Você tem que ter visão de longo prazo nessas parcerias. Sempre haverá alguns eventos que não são a seu favor no meio do caminho e temos apenas que lidar com eles dessa maneira", disse John Murphy, em entrevista.

"Nosso comprometimento com esses grandes torneios não foi afetado", acrescentou Murphy.

A fabricante de refrigerantes aumentou a sua projeção de vendas e lucros para o ano completo nesta quarta-feira, com a demanda se recuperando dos níveis baixos da pandemia após a reabertura de cinemas, restaurantes e estádios.

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