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Reino Unido revisa para baixo crescimento econômico no 2º tri, mas sinais de força permanecem

30 set 2024 - 07h34
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A economia do Reino Unido cresceu mais lentamente do que se pensava no segundo trimestre, mas houve sinais positivos nas finanças das famílias e nos investimentos das empresas, o que pode encorajar a ministra das Finanças, Rachel Reeves, na preparação do orçamento do próximo mês.

A produção econômica cresceu 0,5% no período de abril a junho, informou o Escritório de Estatísticas Nacionais nesta segunda-feira.

A leitura foi ligeiramente mais fraca do que uma estimativa preliminar de crescimento de 0,6% no Produto Interno Bruto. Economistas consultados pela Reuters esperavam que o crescimento de 0,6% fosse confirmado.

O índice de poupança das famílias aumentou de 8,9% para 10,0% nos primeiros três meses de 2024.

Sandra Horsfield, economista da Investec, disse que os números da poupança, o crescimento dos salários acima da inflação e um mercado de trabalho ainda forte significam que as famílias provavelmente permanecerão confiantes sobre as perspectivas de renda futura.

"Em outras palavras, há combustível suficiente no tanque para manter os gastos dos consumidores em alta, mesmo quando o impulso dos ganhos salariais acima da inflação diminuir", disse Horsfield.

O Produto Interno Bruto per capita aumentou pelo segundo trimestre consecutivo, embora mais lentamente do que no primeiro trimestre.

O primeiro-ministro Keir Starmer, cujo Partido Trabalhista conquistou o poder em julho, está tentando acelerar o crescimento econômico.

Reeves sugeriu que alguns impostos serão aumentados em seu primeiro orçamento, em 30 de outubro. Pesquisas recentes mostraram quedas no sentimento dos consumidores e das empresas, em parte devido a preocupações com o orçamento.

Mas ela também deu a entender que poderia relaxar as regras sobre a dívida pública, abrindo caminho para mais empréstimos, o que poderia impulsionar o investimento e a economia em geral.

O Banco da Inglaterra projetou que o crescimento econômico desacelerará para 0,3% no terceiro trimestre, mas disse que o corte da taxa de juros em agosto e a expectativa de mais reduções, além da inflação mais baixa, provavelmente impulsionarão o crescimento no final deste ano.

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