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'Previdência depende agora de outro poder', diz Bolsonaro

O presidente lembrou que a aprovação da reforma da Previdência seria um sinal positivo para o mercado financeiro

8 abr 2019
18h50
atualizado às 18h57
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O presidente Jair Bolsonaro ressaltou nesta segunda-feira que a tramitação da reforma da Previdência depende agora de outro poder, o Legislativo, mas que o Executivo tem feito "algumas gestões" porque tem uma "bancada grande lá", em referência aos parlamentares do seu partido, o PSL, o segundo maior partido da Câmara.

"A proposta mais importante do governo vem da economia, do ministro Paulo Guedes, que é a Previdência. A reforma depende agora de outro poder, mas fazemos algumas gestões, temos bancada grande lá", disse Bolsonaro, em entrevista à Rádio Jovem Pan, gravada nesta segunda-feira e transmitida há pouco.

Bolsonaro lembrou que a aprovação da reforma da Previdência seria um sinal positivo para o mercado financeiro. "Aumentará a confiança do investidor", declarou.

O presidente Jair Bolsonaro participa ao lado do ministro da Economia, Paulo Guedes, de cerimônia de sanção da lei do cadastro positivo, no Palácio do Planalto, em Brasília, nesta segunda-feira (8).
O presidente Jair Bolsonaro participa ao lado do ministro da Economia, Paulo Guedes, de cerimônia de sanção da lei do cadastro positivo, no Palácio do Planalto, em Brasília, nesta segunda-feira (8).
Foto: RENATO COSTA /FRAMEPHOTO / Estadão Conteúdo

O presidente admitiu que gostaria que o governo estivesse funcionando como mais agilidade e salientou que os novos ministros são novos e têm pouca vivência política. "Isso acaba atrapalhando um pouco o andamento", disse. "Mas acreditamos que vamos atingir bem mais de 90% daquilo que nos propomos há pouco tempo", afirmou.

O presidente disse que é parceiro dos demais parceiros. "Devemos ouvir os parlamentares e buscar soluções para suas demandas, que, em grande parte, passam por nós, assim como nossas propostas passam pelo Parlamento. Isso causou algum ruído e dificultou implementação de alguma proposta, mas não vamos colocar algo que não se possa cumprir", disse.

Estadão
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