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Pedidos de auxílio-desemprego nos EUA caem na última semana

27 ago 2026 - 09h52
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Resumo
Os pedidos de auxílio-desemprego nos EUA caíram para 203 mil na última semana, indicando estabilidade no mercado de trabalho e desemprego em 4,1%, o que apoia o foco do Fed no controle da inflação. Em paralelo, o déficit comercial de bens subiu para US$ 118,8 bilhões em julho, impulsionado pela queda nas exportações e pelo avanço nas importações, a despeito das tarifas aplicadas pelo governo Trump.

O número de ‌norte-americanos que solicitaram auxílio-desemprego caiu na semana passada, sugerindo que o mercado de trabalho permanece estável apesar de uma queda inesperada no número de empregos ⁠em julho.

Enquanto isso, o déficit comercial ‌de bens dos EUA, que o presidente Donald Trump está tentando reduzir ‌por meio do uso ‌agressivo de tarifas sobre produtos ⁠importados, aumentou em julho.

Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego caíram em 4.000, para 203.000 em dado com ajuste sazonal na semana encerrada em 22 de agosto, ‌informou o Departamento do Trabalho nesta ‌quinta-feira. Economistas consultados ⁠pela ⁠Reuters previam 208.000 pedidos para a última semana.

Os ⁠pedidos estão ‌oscilando na faixa ‌inferior do intervalo de 189.000 a 230.000 para este ano, indicando que as demissões permanecem baixas mesmo que as ⁠contratações estejam fracas. A taxa de desemprego dos EUA recuou novamente no mês passado para 4,1%, um nível historicamente baixo.

A ‌estabilidade do mercado de trabalho, se mantida, pode permitir que o Federal Reserve ⁠mantenha seu foco na contenção da inflação, que vem ficando acima de sua meta de 2% há 65 meses consecutivos.

Um relatório separado do Departamento do Censo mostrou que o déficit comercial de bens dos EUA aumentou para US$118,8 bilhões em julho, ante US$101,4 bilhões em junho. As exportações caíram 2,9%, enquanto as importações aumentaram 3,7%.

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