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Oliveira Foundation consolida expansão em Angola e Guiné-Bissau com programas centrados na valorização humana

Instituição brasileira reforça atuação em países africanos de língua portuguesa e redefine discurso global

19 nov 2025 - 17h16
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Resumo
A Oliveira Foundation consolidou sua atuação em Angola e Guiné-Bissau com programas centrados na valorização humana, como o “Eu Lidero” e o “Arte que Transforma”, impactando lideranças e jovens em parceria com ONGs e comunidades locais.
Foto: Divulgação

A Oliveira Foundation anunciou neste mês de outubro a consolidação de sua presença em Angola e Guiné-Bissau, com novos ciclos do programa “Eu Lidero”, metodologia criada nos princípios do norte-americano John C. Maxwell. A iniciativa, voltada à formação de lideranças conscientes, já impactou mais de 188 mil crianças e adolescentes no Brasil e em países africanos lusófonos, segundo dados da instituição.

Os treinamentos são realizados em parceria com ONGs e lideranças comunitárias locais, que recebem capacitação para atuar como moderadores. O currículo, composto por sete módulos presenciais, aborda temas como inteligência emocional, empatia, comunicação não-violenta e ética, adaptados à realidade sociocultural de cada país.

Para a fundadora e partner da Maxwell Leadership Foundation no Brasil, Fabiane Oliveira, essa expansão reflete um novo momento da instituição. “A transformação começa antes da educação. O primeiro pilar é a valorização humana. Quando alguém se sente visto e importante, o desejo de aprender e contribuir surge naturalmente”, afirma.

Relatórios recentes da UNESCO e do World Bank apontam que Angola e Guiné-Bissau ainda enfrentam desafios profundos na educação básica, como evasão escolar, baixa taxa de alfabetização e desigualdade de gênero. Em Angola, por exemplo, a taxa de alfabetização de adultos (15+) está em torno de 72,4% em 2022, bem abaixo da média global de cerca de 80,9%. Ainda em Angola, o “Learning-Adjusted Years of School”   que mede quantos anos de escolaridade uma criança pode esperar considerando o aprendizado real está estimado em apenas 4,2 anos. Nesse cenário, o “Eu Lidero” busca reforçar o protagonismo juvenil a partir do reconhecimento do valor pessoal de cada participante.

Em Guiné-Bissau, os indicadores também são críticos: a taxa de alfabetização de jovens mulheres (15-24 anos) ainda é muito baixa, e os dados mostram que o gasto do governo com a educação secundária é limitado, com mais de 90% dos recursos do ministério destinados apenas aos salários de professores, segundo relatório do World Bank.  Além disso, a iniciativa “Quality Education for All” apoiada pelo Banco Mundial aponta uma taxa de conclusão primária extremamente baixa entre os quintis mais pobres, cerca de 34,6% para o quintil inferior em 2014.  

Além das formações em liderança, as ações incluem o projeto “Arte que Transforma”, que utiliza expressões artísticas para trabalhar autoestima, empatia e cidadania com crianças e adolescentes. A fundação reforça que a educação é o caminho, mas a valorização é o ponto de partida.

“A Oliveira Foundation acredita que ninguém aprende, lidera ou muda quando não se sente valorizado. Nosso papel é lembrar às pessoas o quanto elas são importantes, para que possam transformar o ambiente em que vivem”, destaca Fabiane Oliveira.

Com presença em mais de 500 organizações parceiras no Brasil e no exterior, a instituição se consolida como uma das principais referências em programas de liderança e desenvolvimento humano no espaço da lusofonia. “Seguimos firmes na missão de formar líderes emocionalmente saudáveis, conscientes de seu valor e socialmente atuantes”, conclui Fabiane.

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