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'Não dá para vender sonho que não vai se realizar', diz Motta sobre PEC que propõe fim da escala 6x1

Presidente da Câmara afirma que proposta terá 'tratamento institucional' e que, apesar de ser simpática à população, é preciso verificar 'impacto negativo' e 'viabilidade'

28 abr 2025 - 09h15
(atualizado às 12h41)
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BRASÍLIA - O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou, nesta segunda-feira, 28, que a discussão sobre a redução da escala de trabalho deve ocorrer na Câmara nos próximos dias.

Segundo ele, a sua gestão deve dar "tratamento institucional" à proposta de emenda à Constituição que dá fim à jornada de seis dias de trabalho semanais.

As declarações ocorreram durante um painel sobre a agenda econômica da Câmara no J. Safra Macro Day 2025, em São Paulo. "Quem é presidente da Câmara não pode ter preconceito com nenhuma pauta, desde anistia até PEC 6x1. Então, nós temos que enfrentar todas essas agendas", afirmou.

Para Motta, até o ano eleitoral de 2026, Câmara deve procurar uma 'condução equilibrada e serena' das votações
Para Motta, até o ano eleitoral de 2026, Câmara deve procurar uma 'condução equilibrada e serena' das votações
Foto: Marina Ramos/Agência Câmara / Estadão

Motta disse que ainda não tratou da PEC, porque o início do seu mandato foi marcado pelas negociações sobre as comissões permanentes e especiais. "Eu penso que essa matéria deverá chegar para dialogarmos sobre ela nos próximos dias. E nós vamos dar o tratamento institucional que tem que ser dado a toda e qualquer matéria", disse.

Na sequência, o presidente da Câmara afirmou que, apesar de ser uma medida simpática para a população, é preciso verificar o seu "impacto negativo" e a "viabilidade".

"Não dá também para ficar vendendo sonho, sabendo que esse sonho não vai se realizar. Eu acho que isso é uma falta de compromisso com o eleitor", afirmou. Ele também disse que, até o ano eleitoral de 2026, a Câmara deve procurar uma "condução equilibrada e serena" das votações.

A última PEC sobre o tema foi protocolada pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP), mas outras propostas legislativas sobre a redução da jornada de trabalho já tramitavam na Câmara e no Senado antes disso.

Estadão
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