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Morre jornalista Fausto Polesi, fundador do 'Diário do Grande ABC'

24 ago 2011 - 19h09
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<br/>O jornalista Fausto Polesi, um dos fundadores do jornal <i>Diário Grande ABC</i>, morreu na madrugada desta quarta-feira, aos 81 anos, em sua casa, em São Bernardo do Campo. As causas ainda são desconhecidas, mas o mais provável é que tenha sido parada cardíaca. Ele deixa a mulher, Mathilde, os filhos Alexandre e Cassiano e três netos.<br /><br />Nascido em 31 de março de 1930 na Rua Coronel Alfredo Flaquer, Fausto Polesi fez o curso primário no Primeiro Grupo Escolar de Santo André, onde hoje é o museu da cidade. A família teve de se mudar para São Paulo quando o pai, tecelão, conseguiu emprego em fábrica na região da Mooca, em 1941. A profissão, tradicional na família, o levou a também trabalhar na função, aos 14 anos. Foram 13 anos na como tecelão.<br /><br />Leitor assíduo de jornais quando criança, Fausto só voltou a estudar já adulto, no curso de Madureza, na Praça da Sé. Ali conheceu Edson Danilo Dotto, publicitário ativo que já fazia o jornal do bairro onde morava, na Vila Zelina, na capital. Convidado, lá foi Polesi numa sexta-feira ajudar no fechamento da edição do <i>News Seller</i>, o precursor do <i>Diário do Grande ABC</i> de hoje, junto a Ângelo Puga e Maury de Campos Dotto. E estreou escrevendo o editorial - comentário que indica a posição do jornal em relação aos fatos -, sua marca inconfundível em décadas no <i>Diário do Grande ABC</i>.<br /><br />Quando decidiram montar o jornal em Santo André, Fausto Polesi abandonou o emprego para se dedicar de corpo e alma ao jornal, o que fez durante décadas. Como diretor de Redação do <i>Diário</i>, para Fausto Polesi não tinha feriado, Natal e Ano-Novo, pois no mínimo ele passava pelo prédio para saber das coisas e dar apoio aos jornalistas que estavam no plantão.<br /><br />Doutor Fausto, como passou a ser chamado depois de fazer o curso de Direito, também é autor de duas coletâneas, fora a participação em livros variados. Ele lançou "Editorias" (1982), reúne material publicado no jornal. "Na Toca da Onça" (1984) traz crônicas mais amenas publicadas e assinadas sob o pseudônimo Roterdan Cravo.

Fonte: Invertia Invertia
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