Script = https://s1.trrsf.com/update-1768488324/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Leilão do 5G: Governo diz que não haverá lacunas de atendimento mesmo com blocos não arrematados

Segundo a Anatel, empresas que levaram blocos de abrangência nacional prestarão o serviço também em áreas onde lotes regionais não saíram

5 nov 2021 - 16h36
(atualizado às 18h18)
Compartilhar
Exibir comentários

BRASÍLIA - Apesar de alguns dos lotes oferecidos no leilão do 5G não terem sido arrematados, o governo diz que isso não significa que uma parte da população ficará sem acesso à nova tecnologia. De acordo com o presidente da Comissão Especial de Licitação do 5G na Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Abraão Balbino e Silva, todas as obrigações previamente definidas pelo órgão foram licitadas e serão assumidas pelas empresas vencedoras.

Segundo a Anatel, 120 lotes foram licitados e 63 foram desabilitados em razão da venda ou não venda de outros. Ao fim, 45 lotes foram arrematados. Dos que não foram, aproximadamente 95% eram da faixa de 26 GHz.

Um dos motivos de não haver desatendimento é que vários blocos são inicialmente ofertados com uma subdivisão de regiões, por exemplo. Então, se uma empresa leva um bloco de abrangência nacional e outro lote com determinada região não é arrematado, a população já está coberta pela companhia que prestará serviços no Brasil todo.

Além dos lotes da faixa de 26 GHz que não atraíram interessados, um nacional da faixa de 3,5 GHz e um regional da faixa de 2,3 GHz também não receberam lances. Com isso, o leilão movimentou R$ 47,2 bilhões ante a expectativa inicial do governo de chegar a R$ 49,7 bilhões.

O ministro Fábio Faria, das Comunicações, destacou que os lotes que não foram levados neste leilão poderão ser licitados em breve. A Anatel e o ministro não definiram quando isso poderá ocorrer, o que será decidido num "momento oportuno", disse o conselheiro Carlos Baigorri. "Seria basicamente uma republicação do edital nos mesmos termos", completou. "Ainda deve ter algo em torno de R$ 7 bilhões ou R$ 8 bilhões que podem ser comercializados em breve", afirmou Faria.

Estadão
Compartilhar
TAGS
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra












Publicidade