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Justiça de Minas Gerais reforça proibição de venda de ativos de Eike Batista

Inicialmente programados para serem vendidas em leilão, venda direta debêntures da Anglo American, que fazem parte do processo de falência da MMX, têm múltiplos embargos judiciais

13 set 2022 - 19h15
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São Paulo e Rio - O processo de venda direta das debêntures emitidas pela Anglo American e que são parte da massa falida da MMX, do empresário Eike Batista, voltou a ser suspenso, por uma nova ordem do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG).

Desta vez, o TJ acatou um recurso contra o processo movido pela Argenta Securities, um dos investidores interessados na aquisição das debêntures. A Argenta havia vencido um leilão realizado em dezembro do ano passado, com uma oferta de R$ 612 milhões, que acabou não sendo integralizada.

As outras duas decisões anteriores de suspensão dadas pelo TJ atenderam a pedidos da defesa de Eike. O TJ determinou a paralisação da venda até que a Juíza Cláudia Helena Batista, da 1.ª Vara Empresarial de Belo Horizonte (MG), se manifestasse sobre questionamentos feitos quanto à lisura do processo.

Fontes ouvidas pelo Estadão/Broadcast disseram que a juíza teria se manifestado hoje quanto aos embargos de declaração de Eike, portanto, dentro do tempo necessário para conduzir a venda. O administrador judicial, Bernardo Bicalho, determinou que o processo de venda terminaria nesta terça-feira, até às 14h, com a escolha do vencedor - o que não ocorreu.

Justiça suspende venda direta de ativos de Eike para pagar credores de falência

Negociação de debêntures (títulos da dívida) da Anglo American fazem parte do processo de falência da MMX, mineradora do empresário; processo foi suspenso pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais

Estadão
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