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Ibovespa oscila nesta terça-feira "morna"; Vale (VALE3) e minério sobem juntos

21 mai 2024 - 11h03
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O principal índice da bolsa de valores brasileira, Ibovespa, abriu as negociações nesta terça-feira (21) em alta de 0,37%, aos 128.229,63 pontos (às 10h11 de Brasília). Por volta das 10h40, já operava com queda de 0,17%, aos 127.533 pontos.

De olho nas commodities, o preço do barril de petróleo Brent opera em queda nesta manhã. Por outro lado, a Petrobras (PETR4) vê as ações abrirem o mercado no positivo, com alta de 0,26%.

Outro item relevante, o minério de ferro tem leve alta e a Vale (VALE3) acompanha o movimento, subindo 1,06% nos primeiros minutos da bolsa.

Na ponta positiva do índice Bovespa, CSN Mineração (CMIN3) tem a maior alta, com +1,67% a R$ 5,47. Minerva (BEEF3), +1,29% a R$ 7,08 e Azul (AZUL4), +1,08% a R$ 10,33, completam o top-3.

Agenda econômica

No Brasil, os dados de arrecadação em abril rondando as estimativas de R$ 229 bilhões, segundo Bradesco.

O presidente Lula e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, estão presentes na marcha dos prefeitos, às 10h. Mais tarde, Haddad concede entrevista ao jornal francês Le Monde.

Nos Estados Unidos, mais cinco discursos de integrantes do Federal Reserve (Fed) estão previstos para esta terça-feira (21), que podem dar novas pistas da trajetória futura das taxas de juros americana.

Maiores altas e baixas

Enquanto o Índice Ibovespa abre suas negociações e pega tração, acompanhe abaixo as maiores altas e baixas do índice:

Dólar hoje

O dólar opera em baixa nos primeiros negócios desta terça-feira (21) com o alívio na curva de rendimento dos Treasuries.

O mercado de câmbio acompanha ainda a fraqueza da divisa americana frente a outras moedas emergentes e ligadas a commodities, como peso mexicano, peso colombiano e rand sul-africano, refletindo alta de 1,68% do minério de ferro na China.

Bolsas asiáticas e europeias

As bolsas asiáticas encerraram o dia em baixa nesta terça-feira (21), uma vez que o recente entusiasmo com medidas de estímulos para o setor imobiliário chinês perdeu força.

Na China continental, o índice Xangai Composto recuou 0,42%, a 3.157,97 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto teve perda de 0,75%, a 1.780,50 pontos.

Em Tóquio, o Nikkei caiu 0,31%, a 38.946,93 pontos, influenciado por quedas em ações das áreas de imóveis e maquinário. Enquanto isso, o juro do título do governo japonês (JGB) de 10 anos atingiu 0,980% durante a madrugada, nova máxima desde maio de 2013.

As bolsas europeias operam em baixa na manhã desta terça-feira (21), revertendo o tom positivo de ontem, à medida que persistem incertezas sobre a trajetória dos juros nos EUA após comentários de dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central americano).

O Banco Central Europeu (BCE) e o Banco da Inglaterra (BoE), por sua vez, parecem mais inclinados a cortar seus juros. A expectativa é que o BCE inicie o relaxamento de sua política monetária em junho. Já o BC inglês poderá reduzir juros durante o verão britânico, como previu ontem seu vice-presidente, Ben Broadbent.

Às 6h41 (de Brasília), a Bolsa de Londres caía 0,41%, a de Paris recuava 0,97% e a de Frankfurt cedia 0,57%. Já as de Milão, Madri e de Lisboa tinham perdas de 1,01%, 0,23% e 0,77%, respectivamente.

Com informações de Estadão Conteúdo.

Suno
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