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Haddad diz que Brasil pode iniciar 'ciclo virtuoso' com aprovação de medidas do governo no Congresso

Ministro da Fazenda afirmou em audiência na Câmara que, embora País tenha perdido grau de investimento 'lá atrás', governo irá recuperá-lo

11 jun 2025 - 11h21
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BRASÍLIA - O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, destacou nesta quarta-feira, 11, dados positivos do PIB e do mercado de trabalho e mencionou a preocupação em reduzir a inflação na sua fala inicial na audiência pública conjunta das comissões de Finanças e Tributação e de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados. Ele está acompanhado do secretário-executivo da pasta, Dario Durigan.

"Nós voltamos a crescer, o Brasil termina este terceiro ano do governo Lula com uma taxa média de crescimento de 3% ao ano, praticamente o dobro da taxa de crescimento observada nos dez anos anteriores a sua posse. Eu fico feliz de ver que a taxa de desemprego está na mínima histórica, que a renda — e nós temos preocupação em reduzir a inflação, mantivermos a meta de inflação —, mas a renda do trabalhador evoluiu acima das taxas de inflação", destacou.

O ministro também falou sobre um tema que é muito caro à Fazenda: a retomada do grau de investimento. "Nós voltamos a ser a oitava economia do mundo, nós crescemos nas notas de crédito do Brasil, nós estamos emitindo títulos no patamar de países que têm grau de investimento, embora nós tenhamos perdido lá atrás, e vamos recuperar", disse o ministro.

Haddad participa de audiência pública conjunta das comissões de Finanças e Tributação e de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados
Haddad participa de audiência pública conjunta das comissões de Finanças e Tributação e de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados
Foto: Wilton Junior/Estadão / Estadão

Ao reforçar que o País pode iniciar um ciclo virtuoso com a aprovação de medidas pensadas pelo governo, Haddad quis compartilhar os bons resultados com os outros Poderes.

"Nós queremos compartilhar com o Legislativo esses resultados. Esses resultados não são apenas vontade do Executivo, mas sem o amparo do Legislativo e do Judiciário nós não teríamos esses resultados", disse.

Em relação ao Judiciário, ele destacou a redução de riscos fiscais de natureza judicial graças à compreensão dos tribunais superiores. Aos deputados, também destacou a aprovação da reforma tributária sobre o consumo.

A participação do ministro ocorre em meio à apresentação das medidas alternativas para o decreto que elevou o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Haverá uma recalibragem desse decreto, com alteração de alguns parâmetros, como o risco sacado, e uma medida provisória (MP), com a tributação de 5% para títulos atualmente isentos, como as letras de crédito, e uniformização da alíquota de Imposto de Renda para aplicações financeiras em 17,5%.

Estadão
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