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Gasto com Previdência cresce R$ 11 bi e levará governo a aumentar bloqueio de despesas no Orçamento

Ministro da Fazenda afirmou que Executivo aumentará contenção de despesas no relatório desta sexta-feira, 22

21 mai 2026 - 19h49
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BRASÍLIA - O Ministério da Previdência já informou ao Ministério do Planejamento que as despesas previdenciárias subiram R$ 11 bilhões no último bimestre. A informação deve constar no relatório bimestral de receitas e despesas, que será anunciado nesta sexta-feira, 22.

Segundo apurou a reportagem, a alta se deve aos benefícios concedidos e à redução da fila do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A informação foi publicada inicialmente pelo jornal Valor Econômico e confirmada pelo Estadão/Broadcast.

Nesta quinta-feira, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o Governo aumentará o bloqueio de despesas no Orçamento no relatório a ser apresentado nesta sexta. Atualmente, há R$ 1,6 bilhão bloqueado.

Ministro da Fazenda afirmou que Executivo aumentará contenção de despesas no relatório desta sexta-feira, 22
Ministro da Fazenda afirmou que Executivo aumentará contenção de despesas no relatório desta sexta-feira, 22
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil / Estadão

"A gente deve caminhar amanhã com aumento no bloqueio, esse ano já foi feito um bloqueio de R$ 1,6 bi no primeiro (relatório) bimestral. A gente vai caminhar com aumento de bloqueio, portanto o governo cortando na própria carne", afirmou em entrevista à CNN.

Ele ainda disse que não haverá contingenciamento (contenção de despesas quando há frustração de arrecadação) no relatório porque as receitas estão em linha com o esperado.

"A gente não espera um contingenciamento, dado que as receitas têm vindo em linha com o esperado na linha orçamentária, mas um bloqueio em razão de aumento de gasto obrigatório; a gente espera isso para amanhã", completou.

Na quarta-feira, o ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, disse que o objetivo do governo é zerar a fila do INSS até o fim do ano, deixando apenas o fluxo de cerca de 1,3 milhão de pedidos que chegam mensalmente.

"Então o nosso desafio, a nossa tarefa é deixar essa fila abaixo de 1,3 milhão, ou seja, 1,3 milhão é só o fluxo do mês, não tem mais nada, e abaixo dos 45 dias. E nós estamos indo bem nessas duas categorias. Estamos na média. Estamos avançando bem. Estou querendo zerar essa fila até o final desse ano", afirmou.

Estadão
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