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G7 minimiza tarifas e se compromete a reduzir desequilíbrios econômicos globais

23 mai 2025 - 08h31
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Os ministros das Finanças e os presidentes dos bancos centrais das sete democracias do G7 superaram suas diferenças na quinta-feira, comprometendo-se a enfrentar os "desequilíbrios excessivos" na economia global e dizendo que podem aumentar as sanções contra a Rússia.

Antes da reunião, havia dúvidas se haveria um comunicado final, tendo em vista as divisões sobre as tarifas dos Estados Unidos e a relutância de Washington em considerar ilegal a guerra da Rússia na Ucrânia.

Mas, após três dias de discussões, os participantes assinaram um longo documento sem a linguagem anterior sobre o combate às mudanças climáticas e que também suavizou as referências à guerra na Ucrânia.

"Encontramos uma base comum para as questões globais mais urgentes que enfrentamos", disse o ministro das Finanças canadense, François-Philippe Champagne, na coletiva de imprensa de encerramento.

"Acho que isso envia um sinal muito claro para o mundo ... de que o G7 está unido em propósito e em ação."

As autoridades, que se reuniram no Canadá, pediram um entendimento comum de como as "políticas e práticas que não são do mercado" prejudicam a segurança econômica internacional.

O documento não mencionou a China, mas as referências dos Estados Unidos e de outras economias do G7 a políticas e práticas que não são de mercado são geralmente direcionadas aos subsídios estatais e ao modelo econômico voltado para a exportação.

A declaração do G7 omitiu a menção às tarifas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que estão abalando o comércio global e as cadeias de oferta e aumentando a incerteza econômica.

Champagne minimizou a falta de linguagem do comunicado sobre as tarifas, mas disse que os ministros "não estão contornando" a questão e discutiram seu impacto. O Canadá busca um acordo para eliminar as tarifas de 25% impostas por Trump sobre muitos produtos, como aço e alumínio.

"Estamos tentando aumentar o crescimento e a estabilidade", acrescentou. "E, obviamente, as tarifas são algo que, nesse contexto, não se pode evitar discutir."

O encontro prepara o terreno para uma cúpula de líderes do G7 de 15 a 17 de junho, na área de resorts nas montanhas de Kananaskis. Trump participará da cúpula, confirmou a Casa Branca na quinta-feira.

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