G20, com exceção da China, apoia medidas para coibir distorções decorrentes de superávit comercial
Reunidos em Asheville, ministros das Finanças e chefes de bancos centrais do G20 apoiaram medidas para coibir distorções e práticas não mercadológicas ligadas a superávits comerciais excessivos, visando reduzir a dependência de exportações e equilibrar o crescimento global. Apenas a China se opôs a trechos da declaração conjunta, enquanto os demais membros defenderam a eliminação de desequilíbrios econômicos e o fim de restrições desnecessárias ao comércio.
Os ministros das Finanças do G20, com exceção do da China, concordaram nesta terça-feira que os países com superávits comerciais excessivos devem eliminar as distorções que causam uma dependência excessiva das exportações para o crescimento e evitar restrições desnecessárias às exportações.
Os ministros das Finanças e os presidentes dos bancos centrais do G20 se reuniram em Asheville, na Carolina do Norte, para debater formas de estimular o crescimento econômico e eliminar desequilíbrios excessivos.
"Concordamos que os países devem tomar medidas para eliminar políticas e práticas não mercadológicas que agravam os desequilíbrios", afirmou um comunicado da presidência do G20, aprovado por todos os membros do G20, exceto a China, que se opôs a certos parágrafos.
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