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Flávio Bolsonaro defende remuneração por hora trabalhada como alternativa ao fim da escala 6x1

Em um aceno ao eleitorado feminino, Flávio disse que a remuneração por hora beneficiaria mulheres

19 mai 2026 - 14h59
(atualizado às 15h01)
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BRASÍLIA - O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, defendeu nesta terça-feira, 19, uma mudança na lei trabalhista para prever a remuneração por hora trabalhada. O tema foi tratado em uma reunião de Flávio com deputados e parlamentares do PL.

"Foi passada para a nossa bancada essa sugestão, essa alternativa, que seria o trabalho remunerado pelas horas de trabalho, com a garantia de todos os direitos trabalhistas, décimo terceiro, fundo de garantia, férias e todos os direitos trabalhistas garantidos, obviamente proporcionais às horas de trabalho", declarou, na sede do PL, em Brasília.

Flávio Bolsonaro defende remuneração por hora como alternativa ao fim da escala 6x1
Flávio Bolsonaro defende remuneração por hora como alternativa ao fim da escala 6x1
Foto: Wilton Junior/Estadão / Estadão

Segundo ele, a proposta seria uma alternativa ao fim da escala de trabalho 6x1, encampada principalmente por partidos de esquerda e pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que apresentou um projeto delei com a redução de jornada de 44 para 40 horas semanais. Também tramita na Câmara dos Deputados uma proposta de emenda à Constituição (PEC) sobre o tema.

"Esse projeto de lei apresentado pelo governo, em ano eleitoral, com uma grande carga de hipocrisia e interesse nas eleições. Tenta vender uma solução fácil para a população que não vai resolver, vai gerar desemprego em massa, vai gerar aumento do custo de vida e vai prejudicar mais os trabalhadores do que ajudar", falou o senador.

Em um aceno ao eleitorado feminino, Flávio disse que a remuneração por hora beneficiaria mulheres.

"É liberdade para o trabalhador escolher o que ele quiser para trabalhar. Se quiser trabalhar mais, trabalha mais. Se não puder trabalhar tanto e precisar de flexibilidade, isso também vai estar atendido por essa legislação. Essa nossa proposta, ela mereceria principalmente às mulheres, porque 23% das mulheres no Brasil não conseguem, não podem trabalhar", declarou.

Estadão
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