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Empreendedorismo Feminino: Marcela Miranda, da Seastorm

Continuando nossa Semana do Empreendedorismo Feminino, vamos conhecer a Marcela Miranda, fundadora da Seastorm.

23 nov 2021 06h30
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“Nós nos consideramos uma fábrica de startups”, diz Marcela Miranda
“Nós nos consideramos uma fábrica de startups”, diz Marcela Miranda
Foto: Seastorm / Divulgação

Uma fábrica de startups. É assim que Marcela Miranda define a Seastorm, que ela mesma fundou. A venture builder detém atualmente participações em nove empresas — o portfólio inclui finanças, games, mídia digital e serviços de tecnologia.

Em média, a Seastorm investe entre 350 mil e 400 mil reais em ideias de negócio, que podem estar no PPT, e chegar na validação do MVP. Daí, decide se traz um investidor externo para ajudar aquela empresa a escalar mais rapidamente — ou se matura a startup internamente (colocando mais dinheiro próprio) até que ela atinja um valuation maior lá na frente.

“Comecei a trabalhar novinha em uma agência de turismo, onde fiquei três anos. Daí tranquei a faculdade [de administração na PUC-Campinas] e fui morar um ano nos EUA, o que me abriu muito a cabeça”, contou ela em entrevista ao site Projeto Draft. 

“A Seastorm nasceu porque surgiu outra ideia, a WeOnne, que virou um spin-off da Grumft. Pegamos profissionais da CBYK para desenvolver esse outro negócio, e mantivemos a Grumft rodando tranquilamente, gerando caixa.”

Empreendedorismo Feminino: Marcela Miranda, da Seastorm:

Ela conta também como funciona a Seastorm: “A Seastorm tem em casa ideias que podem ser spin-offs de qualquer startup que já existe — ou podem ser ideias de terceiros. Pode ser um projeto que você tenha e vamos bater um papo para ver se tem fit com a tese em que a gente acredita… E aí, botamos [o negócio] para dentro”, conta ela. 

A gente pega o PPT, a ideia. Nós nos consideramos uma fábrica de startups. Sentamos junto com você, discutimos a ideia — e viramos seus sócios.”

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