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Elétrica CEB contrata BNDES para estruturar privatização de distribuidora e captação

13 ago 2019
14h00
atualizado às 14h12
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A Companhia Energética de Brasília (CEB) contratou o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para estruturar um projeto de privatização de sua unidade de distribuição de eletricidade, a CEB-D.

08/01/2019. REUTERS/Sergio Moraes
08/01/2019. REUTERS/Sergio Moraes
Foto: Reuters

O contrato com o banco estatal foi assinado nesta terça-feira e prevê ainda a montagem prévia de uma captação de recursos para reestruturação financeira da CEB-D, disse a elétrica em comunicado.

O acordo, que terá vigência por 39 meses, podendo ser prorrogado, vem após o governo local aprovar em assembleia de acionistas em junho a elaboração de estudos e modelagem para a venda do controle da CEB-D, responsável pela distribuição de energia no Distrito Federal.

A captação de recursos prevista, que poderá ocorrer mediante a emissão de títulos de dívida da CEB, de empresas do grupo ou de companhias a serem constituídas, deverá "contribuir para o sucesso da transferência de controle da subsidiária", defendeu a CEB em nota à imprensa.

Pelo contrato, caberá ao BNDES executar e coordenar os estudos para a privatização, incluindo a contratação de serviços técnicos necessários, enquanto a CEB deverá fornecer informações para o processo e realizar as interlocuções necessárias junto a órgãos públicos.

O presidente da CEB, Edison Garcia, disse à Reuters em junho estimar que a empresa precisaria levantar pelo menos 500 milhões de reais para equacionar a situação financeira de sua unidade de distribuição.

A CEB-D atende cerca de 1 milhão de clientes no Distrito Federal, com área de concessão de 5.780 km², segundo o mais recente balanço da companhia. A distribuidora é 100% controlada pela CEB, que tem o governo do Distrito Federal como principal acionista, com 80% das ações.

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