Script = https://s1.trrsf.com/update-1790713512/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE
Oferecimento Logo do patrocinador
Publicidade

Eduardo Braga, relator do projeto que fixará alíquota da CBS, critica patamar de 11,3% para imposto

Senador afirma que estudos não previam alíquota tão alta; se Senado não aprovar o projeto de resolução até o mês que vem, valerá cálculo feito pelo TCU

3 nov 2026 - 12h23
Compartilhar
Exibir comentários
Resumo
O senador Eduardo Braga criticou a previsão da alíquota de 11,3% para a CBS, imposto que substituirá o PIS e a Cofins na reforma tributária. Relator do projeto que definirá o percentual, Braga afirmou que o patamar, aprovado pelo TCU, surpreendeu e diverge de estudos anteriores da Receita Federal. O Senado precisa votar o tema até o próximo mês para evitar que a taxa do tribunal vigore. A CBS começará como teste no próximo ano, com previsão de arrecadar R$ 636 bilhões em 2027 sob o novo sistema de IVA.

BRASÍLIA - O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Resolução que fixará a alíquota de referência da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), criticou a previsão do patamar de 11,3% para o imposto. Segundo ele, essa alíquota não foi prevista pelos estudos da Receita Federal e do Tribunal de Contas da União (TCU).

"O senador Renan (Calheiros) me colocou como relator e já não estou de acordo com essa alíquota (...). Minha preocupação com essa alíquota está presente desde que aprovamos a reforma tributária", declarou, durante sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CAE) do Senado.

O senador Eduardo Braga (MDB-AM)
O senador Eduardo Braga (MDB-AM)
Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado / Estadão

Segundo ele, é necessário ouvir os responsáveis pelos estudos prévios para entender o que causou uma alíquota tão alta. "Que possamos compreender os fundamentos. Não era essa a previsão estabelecida pelos estudos da Receita Federal e encomendados pelo TCU. Todos fomos pegos de surpresa com uma alíquota de 11,3%", disse.

Braga relatou a reforma tributária no Senado e os projetos de lei complementar que regulavam o tema.

O TCU aprovou uma alíquota de referência de 11,3468% para a CBS. Se o Senado não aprovar o projeto de resolução até o mês que vem, valerá a alíquota calculada pelo TCU.

A CBS será cobrada em caráter de teste no ano que vem, como substituta do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). Junto com o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), a CBS vai constituir o novo modelo de tributação sobre o consumo no Brasil, sob o sistema do Imposto sobre Valor Agregado (IVA). A estimativa do governo federal é de arrecadar R$ 636 bilhões em 2027 com a CBS, que será administrada pela União.

Estadão
Compartilhar
TAGS

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra