Script = https://s1.trrsf.com/update-1768488324/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Dívida bruta do governo avança e fica em 76,2% do PIB em abril

Em reais, dívida passou de R$ 9,096 trilhões em março para R$ 9,176 trilhões em abril, segundo dados do Banco Central; pelo conceito do FMI, resultado alcança 88,8% do PIB

30 mai 2025 - 09h31
(atualizado às 11h26)
Compartilhar
Exibir comentários
Banco Central espera que o IPCA some 4,8% em 2025 e 3,6% em 2026
Banco Central espera que o IPCA some 4,8% em 2025 e 3,6% em 2026
Foto: Dida Sampaio/Estadão / Estadão

BRASÍLIA - A Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) como proporção do Produto Interno Bruto (PIB) subiu de 75,9% em março para 76,2% em abril, informou o Banco Central. Em reais, a DBGG passou de R$ 9,096 trilhões para R$ 9,176 trilhões.

Pelo conceito do Fundo Monetário Internacional (FMI), a DBGG avançou de 88,3% para 88,8% do PIB no período. O BC informou, no mais recente Relatório de Política Monetária (RPM), que iria incorporar a metodologia do FMI às suas divulgações.

O pico da série da dívida bruta no critério do BC foi alcançado em dezembro de 2020 (87,6%), devido às medidas fiscais adotadas no início da pandemia de covid-19. No melhor momento, em dezembro de 2013, a dívida bruta chegou a 51,5% do PIB.

A DBGG — que abrange o governo federal, os governos estaduais e municipais, excluindo o BC e as empresas estatais — é uma das referências para avaliação, por parte das agências globais de classificação de risco, da capacidade de solvência do País. Na prática, quanto maior a dívida, maior o risco de calote por parte do Brasil.

A Dívida Líquida do Setor Público (DLSP) — que considera as reservas internacionais do Brasil — subiu de 61,6% do PIB em março para 61,7% em abril. Em reais, atingiu R$ 7,432 trilhões.

Estadão
Compartilhar
TAGS
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra












Publicidade