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Financiamento de medicamentos ajuda a driblar inflação

Com o preço dos remédios reajustados em cerca de 11%, é hora de buscar opções.

29 jun 2022 - 05h30
(atualizado às 10h04)
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Foto: Ewa Urban / Pixabay

Se você já ouviu a frase “O preço dos medicamentos está pela hora da morte!”, saiba que não está sozinho. Em abril último, os remédios tiveram alta de aproximadamente 10,8% e isso afetou diretamente mais de 10 mil medicamentos que são regulados pelo governo. 

O percentual proposto pelo Comitê Técnico-Executivo da Câmara de Regulação de Mercado de Medicamento (CMED), órgão ligado à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), chega ao consumidor impactando o orçamento e pressionando a inflação.

Mas, situações críticas exigem iniciativas criativas. E assim nasceu o financiamento de medicamentos. E é exatamente isso o que oferece a DrCash, startup que financia procedimentos médicos, odontológicos e oftalmológicos.

Trata-se de uma linha de crédito para pessoa física ou jurídica para comprar medicamentos de alto custo e insumos médicos, com opções variadas de parcelamentos. Os valores chegam a R$ 15 mil e o benefício pode aliviar o impacto sentido por 76% dos brasileiros no aumento de preços dos últimos seis meses, de acordo com a pesquisa encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

“Estamos apresentando soluções nas duas pontas para o empresário e para o cliente e contribuindo para a saúde da população, principalmente, àquelas pessoas que precisam de terapia medicamentosa por um período mais prolongado, ou que o valor dos remédios ultrapasse o limite mensal de renda”, avaliou o cofundador da DrCash, Gabriel Meireles.

Vale a pena abrir uma linha de crédito para medicamentos?

O crédito disponibilizado pela startup está relacionado ao ganho do cliente, que pode comprometer até 30% de sua renda em prestação. A ideia aqui, no entanto, é beneficiar as duas frentes: o cliente e a farmácia.

Para que o crédito seja possível, a farmácia precisa solicitar o credenciamento no site da DrCash, além de ter CNPJ com registro ativo e Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) validado junto aos órgão federais como: farmácia, distribuidora ou laboratório.

Já a pessoa física, o cliente, basta acessar a plataforma da startup com o documento válido em mãos, para solicitar o cadastramento. 

“A linha de crédito traz benefícios sociais de grande valia para a sociedade ao permitir acesso às terapias medicamentosas”, diz o cofundador da startup, Lucas Hamú.

Redação Dinheiro em Dia
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