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Petrobras reduz preço do diesel em 3,56% a partir de sexta-feira

O preço médio do combustível passará de R$ 5,61 para R$ 5,41 por litro, uma redução de 20 centavos por litro

4 ago 2022 - 12h16
(atualizado às 14h11)
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O preço médio do combustível passará de R$ 5,61 para R$ 5,41 por litro, uma redução de 20 centavos por litro.
O preço médio do combustível passará de R$ 5,61 para R$ 5,41 por litro, uma redução de 20 centavos por litro.
Foto: Mais Goiás

A Petrobras divulgou nesta quinta-feira uma redução de 3,56% do diesel A (puro), que entrará em vigor nas refinarias na sexta-feira (4).

O preço médio do combustível passará de R$ 5,61 para R$ 5,41 por litro, uma redução de 20 centavos por litro.

"Essa redução acompanha a evolução dos preços de referência, que se estabilizaram em patamar inferior para o diesel, e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado global, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio", disse a empresa em nota.

Em videoconferência com analistas na semana passada, o diretor de Comercialização e Logística da estatal, Claudio Mastella, havia indicado que ainda observava o movimento de queda do preço do diesel "com cautela", apesar das pressões do governo para que a estatal reduzisse o preço.

Segundo a Petrobras, considerando a mistura obrigatória de 90% de diesel A e 10% de biodiesel para a composição do diesel comercializado nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de R$ 5,05, em média, para R$ 4,87 a cada litro vendido na bomba.

A questão dos preços dos combustíveis já provocou várias trocas no comando da Petrobras. A última delas no final de junho, quando Caio Paes de Andrade substituiu José Mauro Coelho, que ficou pouco mais de dois meses no cargo.

Bolsonaro volta a criticar estatal

No mesmo momento em que a Petrobras anunciava a redução do preço, o presidente Jair Bolsonaro voltava a criticar a estatal. Em evento com membros da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), em Guarulhos, ele reclamou do lucro da estatal e prometeu, a pastores evangélicos, “boas notícias” sobre os preços dos combustíveis.

"Não vamos interferir, mas esse lucro está meio complicado de falar que nos orgulhamos da Petrobras. Nos orgulhamos da Petrobras pelo passado, pelo que representa para o País, mas o lucro está exagerado", afirmou.

Na sequência, o presidente disse que "espera ter boas notícias sobre combustíveis como estamos tendo", referindo-se à queda nos preços dos combustíveis, tema que se tornou um entrave na campanha à reeleição. (*Com informações do Estadão Conteúdo e da Reuters)

Fonte: Redação Terra
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