O porto de Mariel já foi uma antiga base de submarinos e também a porta de entrada de ogivas nucleares do que nos tempos da Gerra Fria ficou conhecido como a crise dos mísseis em 1962
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A ideia é instalar indústrias nacionais (brasileiras) na zona franca de Cuba para produzir aproveitando-se dos incentivos fiscais
Foto: www.cubadebate.cu/Ismael Francisco / AFP
A presidente Dilma Rousseff chegou a Cuba no domingo
Foto: EFE
Porto será construído em sua maior parte pela brasileira Odebrecht por meio de um financiamento de US$ 957 milhões do BNDES
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Brasil tenta se tornar o segundo maior parceiro comercial de Havana depois da Venezuela
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Brasil vê o investimento no porto como uma aposta futura no fim do embargo
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A ideia é instalar indústrias nacionais (brasileiras) na zona franca de Cuba para produzir aproveitando-se dos incentivos fiscais
Foto: www.cubadebate.cu/Ismael Francisco / AFP
O porto de Mariel já foi uma antiga base de submarinos e também a porta de entrada de ogivas nucleares do que nos tempos da Gerra Fria ficou conhecido como a crise dos mísseis em 1962
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A opção por investir em Cuba, em vez de em outro país caribenho, se dá exatamente pelo isolamento de Havana - onde o Brasil não sofre com a concorrência americana
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Participarão da cerimônia chefes de Estado de países como Argentina, Venezuela, Jamaica e Bolívia. Em seguida, Dilma e Raúl seguem para um encontro privado em Havana