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Defesa comercial para setor do aço tem de ser uma vontade do presidente da República, diz Steinbruch

Segundo empresário, volume de importados é maior que a produção da CSN

1 ago 2025 - 12h09
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O CEO da CSN, Benjamin Steinbruch, afirmou a investidores que, em uma conversa recente com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), foi dito que, agora, a defesa comercial para o setor do aço "tem de ser uma vontade do presidente" da República, Luiz Inácio Lula da Silva.

"Por mais que haja boa vontade do Mdic, não conseguimos avançar", disse. Para Steinbruch, na siderurgia, as importações entram de forma desordenada. "Importados hoje são maiores do que a produção da CSN. Estamos oferecendo nossa demanda interna para os importados", afirma.

Para Steinbruch, 50% de tarifa inviabiliza qualquer tentativa de exportação para os EUA
Para Steinbruch, 50% de tarifa inviabiliza qualquer tentativa de exportação para os EUA
Foto: Christina Rufatto/Estadão / Estadão

Ele cita que, a exemplo dos Estados Unidos, muitos países já tomaram medidas de defesa nesse setor. "50% de tarifa inviabiliza qualquer tentativa de exportação para os EUA", diz ao criticar a falta de ação do governo brasileiro nesse sentido.

O diretor executivo Comercial da companhia, Luis Matinez, disse que o País tem sido mais amante do processo do que da solução para essa questão. Ele pontuou que hoje, a CSN é a empresa do setor mais afetada pelas importações devido à sua característica de ações de maior valor agregado, categoria que tem sido fortemente adentrada pelas importações.

Estadão
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