De ouro e prata, ‘pulseiras da amizade’ se tornam itens de luxo e custam mais de R$ 50 mil
Grifes estão “elevando” o nível dos acessórios que costumam ser feitos de miçanga pelos fãs
As “pulseiras da amizade” dos Swifties, nome dado à legião de fãs da cantora norte-americana Taylor Swift, se tornaram febre nos shows. Feitos de miçangas coloridas e letras alfabéticas, os acessórios logo saíram do fã-clube e conquistaram a cultura pop.
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A inspiração veio de um sucesso de Taylor de 2022. Na canção You’re On Your Own, Kid, a cantora convoca os fãs para “fazerem pulseiras da amizade e aproveitarem o momento”. Nas fileiras para os concertos, milhares de jovens se juntam, fabricam e trocam as pulseiras. A ascensão do acessório, é claro, foi observada pelos grandes nomes da moda, que também fabricaram a sua versão.
Segundo o jornal norte-americano The Wall Street Journal, o preço médio de uma dessas é de U$ 1,5 mil (R$ 8.467,43, na cotação atual). Porém, algumas delas podem chegar a U$ 10 mil (R$ 56.449,50).
No lugar do plástico, entram pingentes de platina ou prata. A marca de joias Carolina Bucci adiciona fios de ouro 18k. No início deste ano, a própria Taylor foi vista utilizando uma dessas versões luxuosas enquanto assistia a um dos jogos do namorado Taylor Kelce. De acordo com o jornal, o item que a cantora usava foi feita pela Wove Made e custou U$ 6 mil (R$ 33.870).
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