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China pretende estimular consumo em seu primeiro plano quinquenal

13 jul 2026 - 08h09
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A China tem ‌como meta atingir cerca de 60 trilhões de iuanes (US$8,85 trilhões) em vendas no varejo até 2030 dentro de um plano quinquenal para expandir o consumo, ao mesmo tempo em ⁠que se compromete a aumentar a renda ‌das famílias.

O plano, aprovado pelo Conselho de Estado e divulgado nesta segunda-feira, prevê ‌o aumento do consumo de ‌serviços em áreas como cuidados a ⁠idosos e infantis, saúde, cultura, turismo, esportes e educação.

Ele também prevê aumento nos gastos relacionados ao turismo, ampliação da isenção de visto para mais países e mais voos internacionais diretos ‌para Europa, EUA e países participantes da ‌Nova Rota da ⁠Seda.

A China ⁠pretende aumentar significativamente a taxa de consumo das famílias ⁠e fortalecer ‌o papel do consumo ‌como motor do crescimento econômico, no âmbito do primeiro plano quinquenal do país dedicado a impulsionar o consumo.

Pequim promoverá novos ⁠modelos de consumo, incluindo consumo digital, impulsionado por IA, verde, gastos com experiências e consumo de turistas estrangeiros.

O plano também destaca a necessidade de ‌aumentar o poder de compra das famílias por meio de mais empregos, salários mais ⁠altos, maior renda imobiliária, melhoria da previdência social e serviços públicos melhores.

A China se comprometeu a eliminar "medidas restritivas irracionais" em áreas como compra de automóveis, habitação e autorizações para eventos de entretenimento, de acordo com o plano.

As políticas fiscal e financeira devem dar maior ênfase aos benefícios diretos aos consumidores, aos gastos com subsistência e à infraestrutura relacionada ao consumo, afirma o plano.

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