Script = https://s1.trrsf.com/update-1786557910/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE
Publicidade

China nunca busca deliberadamente superávit comercial, diz presidente do BC

2 set 2026 - 11h34
Compartilhar
Exibir comentários
Resumo
Na reunião do G20, o presidente do Banco Central da China, Pan Gongsheng, negou a busca deliberada por superávit comercial, após o país atingir o recorde de quase US$ 1,2 trilhão em 2025. Diante das críticas e apelos contra políticas não orientadas pelo mercado, Pan defendeu que o equilíbrio global exige reformas estruturais conjuntas, apontando que o protecionismo, as incertezas políticas e as barreiras comerciais são os reais fatores que desestabilizam e prejudicam a economia mundial.

A China nunca ‌busca deliberadamente um superávit comercial e insiste em expandir a demanda interna e manter um alto nível de abertura ao mundo, afirmou o presidente do banco central chinês na reunião dos ministros ⁠das Finanças e presidentes dos bancos centrais do ‌G20, de acordo com um comunicado divulgado pelo banco nesta quarta-feira.

A reunião do G20, ‌com duração de dois dias, ‌realizada nos EUA, foi encerrada na terça-feira.

Um ⁠comunicado da presidência do G20 afirmou que os participantes, com exceção da China, concordaram que os países devem eliminar "políticas não orientadas pelo mercado" que agravam os desequilíbrios.

A China registrou um superávit ‌comercial recorde de quase US$1,2 trilhão em 2025, o ‌que deixou ⁠os parceiros ⁠comerciais inquietos e gerou pedidos por medidas mais enérgicas para ⁠proteger as indústrias ‌nacionais do aumento ‌das importações chinesas.

O comunicado do banco central da China citou seu presidente, Pan Gongsheng, segundo o qual todos os países precisam de ⁠reformas estruturais para lidar com os desequilíbrios comerciais globais.

Pan disse que os países com déficit devem reduzir seus déficits fiscais e aumentar as taxas de poupança ‌interna, enquanto os países com superávit devem promover o crescimento do consumo e do investimento.

Segundo ele ⁠o aumento do protecionismo comercial, a generalização das questões de segurança nacional e as políticas imprevisíveis são os principais fatores por trás do agravamento do desequilíbrio econômico global nos últimos anos, de acordo com o comunicado do banco central.

Os atritos comerciais e o protecionismo têm prejudicado a economia global ao afetar as cadeias de oferta, elevar a inflação e afetar as expectativas do mercado, acrescentou Pan.

Reuters Reuters - Esta publicação inclusive informação e dados são de propriedade intelectual de Reuters. Fica expresamente proibido seu uso ou de seu nome sem a prévia autorização de Reuters. Todos os direitos reservados.
Compartilhar
TAGS

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra