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Chevron aposta em novos dados sísmicos para avaliar blocos na Foz do Amazonas

21 set 2026 - 18h52
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Resumo
A Chevron aposta em um levantamento sísmico 3D, conduzido pela SLB e Shearwater na Bacia da Foz do Amazonas, para avaliar o potencial de petróleo e gás no Amapá. A área é a fronteira exploratória mais promissora do Brasil, onde petroleiras como Chevron, ExxonMobil e Petrobras arremataram blocos recentemente. Os novos dados vão subsidiar decisões de investimento no setor, mapeando uma região estratégica situada a cerca de 130 km de uma descoberta recente de óleo de alta qualidade.

‌A SLB e a Shearwater GeoServices estão prestes a iniciar um levantamento sísmico 3D multicliente em águas ultraprofundas do Amapá, na Bacia da Foz do Rio Amazonas, ⁠para avaliar o potencial para descobertas ‌de petróleo e gás, disse o vice-presidente de Exploração da Chevron, Kevin McLachlan, ‌nesta segunda-feira. 

As duas empresas ‌anunciaram no mês passado que ⁠realizariam um levantamento na região, considerada a fronteira petrolífera mais promissora do Brasil, onde a Petrobras encontrou recentemente petróleo que classificou como de "altíssima qualidade".

"No Amapá, estamos ‌muito confiantes de que, com a ‌aquisição que estamos ⁠fazendo ⁠utilizando streamers (cabos sísmicos), obteremos bons resultados. Mal posso ⁠esperar para ‌vê-los", afirmou McLachlan, ‌ao participar de uma mesa no congresso ROG.e.

A área do levantamento está localizada a aproximadamente 130 km do ⁠poço perfurado pela Petrobras. O trabalho fornecerá uma visão mais clara da região, a fim de ajudar as petroleiras a tomar "decisões ‌de investimento mais bem fundamentadas", disseram as empresas em comunicado divulgado em setembro.

No ⁠ano passado, as petroleiras norte-americanas Exxon Mobil e Chevron arremataram blocos marítimos ofertados pelo Brasil na região, considerada promissora, mas ambientalmente sensível. Consórcios liderados pela Petrobras e pela Exxon Mobil garantiram 10 blocos, enquanto um consórcio liderado pela Chevron, que inclui a estatal chinesa CNPC, adquiriu nove blocos.

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