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Bradesco e Saint Paul lançam curso gratuito de finanças pessoais

Parceria entre o banco e a escola de negócios vai oferecer série de aulas sobre como fugir do endividamento e fazer o dinheiro render

17 mai 2019
05h10
atualizado às 11h28
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Uma nova série de aulas sobre finanças pessoais será lançada na próxima semana. Fruto de uma parceria entre o Bradesco e a Saint Paul, o curso estará disponível de graça na plataforma da escola de negócios a partir do dia 24 de junho.

'Sentíamos falta de um conteúdo com curadoria', diz Mussa, da Saint Paul.
'Sentíamos falta de um conteúdo com curadoria', diz Mussa, da Saint Paul.
Foto: Divulgação/Saint Paul / Estadão

O curso, batizado de "Na real" e conduzido por professores da escola de negócios, foi dividido inicialmente em três módulos com grau crescente de complexidade. Cada um terá de seis a oito aulas. A primeira "temporada" da série foi pensada para mostrar aos endividados como eles podem sair do buraco, ensinando técnicas básicas de gestão financeira. A ideia é entender como criar e manter um fluxo de caixa positivo.

A partir da segunda parte, o mote passa a ser o que fazer com a poupança gerada. Quem assistir a essas aulas poderá conhecer quais os investimentos mais adequados de acordo com cada perfil e cada objetivo.

"Apesar de já haver muita gente falando sobre o tema, sentíamos falta de um conteúdo com curadoria", diz Adriano Mussa, sócio da Saint Paul. Aos devedores, ele afirma que é preciso mostrar os comportamentos que os sabotam e sugerir mudanças de hábitos. Já para quem tem mais disciplina e dinheiro, o objetivo é mostrar como aplicar esses recursos. "Há pouco tempo, as opções de investimentos eram poupança e imóveis", diz Mussa.

A conclusão de cada episódio dará direito a um certificado gerado automaticamente. O curso poderá ser acessado por meio de qualquer dispositivo, inclusive pelo celular e deverá ser ampliado com novos módulos.

"Nosso sistema educacional não ensina a manejar recurso financeiros, é uma coisa que acabamos aprendendo na marra. Temos o propósito de contribuir com isso", afirma o diretor do Bradesco Victor de Queiroz. "Ao contrário do que se popularizou, o interesse das instituições não é que as pessoas fiquem endividadas para pagar juros, isso aumenta o risco do negócio. O objetivo é que elas alcancem o patamar de investidor".

Estadão
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